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O que vem depois da Daki Com Rodrigo Maroja

By Podcast de Empreendedorismo - EmpreendaCast

Summary

Topics Covered

  • Termoplasticidade: O Estômago para Não Desistir
  • O Negócio é Uma Desculpa para Ver as Pessoas Prosperando
  • Movimento Antes do Compromisso: O Segredo do Começo
  • Qualidade como Diferencial Absoluto: 1% vs 20%
  • Zeigiest: Ler o Espírito da Época

Full Transcript

[música] [roncando] Fala aí, sonhador. Fala aí,

sonhadora. Fala aí, empreendedor, empreendedora. Mais um episódio do

empreendedora. Mais um episódio do Empreenda Cast, oitava temporada. E

lembra que eu falei para vocês que todos os aplicativos que eu tinha no meu celular, todas as empresas que eu gosto, eu quero de alguma forma conversar com o fundador, com a fundadora dessa empresa,

saber as víceras de uma operação pioneira, né? Esse cara, ele construiu

pioneira, né? Esse cara, ele construiu aí as dark stories, será que chama isso?

Será que não é? Cara, 15 minutos já entregaram na minha casa. 15 minutos. O

Ribes fez uma campanha há anos atrás sobre 23 minutos ou 28 minutos, eu não lembro, já era um mito. Aí vem uns caras e me entregam em 15 minutos na minha

casa. Às vezes até menos, viu? Tem casos

casa. Às vezes até menos, viu? Tem casos

de menos. Mas ele segue, constrói algo muito importante e depois ele entende que tem algo maior no coração para ensinar todos esses empreendedores e empreendedoras que estão aqui. Hoje eu

vou conversar com um dos fundadores da daqui, que provavelmente você tem aí como aplicativo, já pediu algo já viu em algum outros aplicativos que tá integrado, mas que também tá construindo

um ecossistema para tornar o oxigênio, se você tiver subindo uma montanha aí um pouco mais fácil na vida empreendedora.

a gente sabe que não é, mas eu vou deixar ele contar naquela câmera. Diga

quem é você pros meus sonhadores.

Olá pessoal, um prazer estar aqui com vocês hoje. Obrigado Gustavo, pelo

vocês hoje. Obrigado Gustavo, pelo convite de tá aqui.

Veio doente, né? Tá com a garganta.

Tô aqui com a gargantinha um pouco arranhando, mas eu vou fazer o meu melhor aqui para entregar o máximo que a gente puder nessa conversa aqui que a gente vai ter. Me me apresentando rapidamente, sou o Rodrigo Maroja. É um

prazer estar aqui com vocês. Eu sou lá de Brasília, sou filho de dois professores que se esforçaram bastante aí para conseguir me dar oportunidade de educação. Comecei e fiz faculdade de

educação. Comecei e fiz faculdade de engenharia elétrica.

Legal.

Nunca tirei o CRÉ, infelizmente. Mudei

para São Paulo para para começar minha jornada profissional ali na consultoria chamada Integration, uma brasileira multinacional. Tive ali passagens por

multinacional. Tive ali passagens por grandes empresas de bens de consumo.

Teve, foi dream job de consultoria, assim, adorei. Foi super legal. Mas

assim, adorei. Foi super legal. Mas

faltava colocar a mão na massa. E aí foi quando eu descobri o mundo das startups e me apaixonei instantaneamente. Comecei

minha carreira de startup na Cabify, que tinha acabado de comprar Eitax, uma empresa brasileira aqui que também se expandiu para vários países.

E eu comecei como um consultor interno lá dentro. Se é acho que uns 8 9 meses

lá dentro. Se é acho que uns 8 9 meses depois a galera gostou do meu trabalho e me deu desafio de tocar as operações da IS aqui no Brasil. Eu tinha 26 anos, assumi

pessoas, então foi uma experiência muito louca. E aí depois, seis meses depois, Cab decide fechar essa operação da IS e eu vou pra Oio

Rooms, que é uma startup de hospitalidade indiana investida pelo Soft Bank, captou mais de 1 bilhão de dólares, chegou num valuation de 10

bilhões de dólares, um decorrooc e lançou 20 países ao mesmo tempo. Um

deles foi o Brasil, no qual eu fui participei ali do Launching Team, né, que era esse time que tava bem no comecinho aqui tocando a operação.

A gente cresceu muito, fez aquele blitz scaling, que é você escalar muito rápido, playbook perfeito, crescemos muito, atuação em mais de 600 cidades. E

chegou no final de 2019, teve um revés ali do WeWork, que era investida do Soft Bank. Sim.

Bank. Sim.

E aí todas as investidas do Soft Bank tiveram, né, uma um efeito secundário ali.

O The Crashed foi para todos, né?

Teve aumentou a barra de todo mundo. E

aí quando veio março de 20 veio a pandemia. Daí o que que você imagina de

pandemia. Daí o que que você imagina de uma startup de hospitalidade investida de soft Soft Bank, né? Então foi um momento difícil, acabou fechando grande parte das operações do Brasil. Nisso eu

saí, fui ali pro para Cloud Kitchens, que era uma empresa de cozinhas especializadas em delivery, fundada pelo fundador da Uber, o Triv Calanic. Fiquei

lá durante mais um tempo, mas nisso já tinha começado o meu grande projeto empreendedor, né, o meu primeiro grande projeto empreendedor, que foi a daqui, um aplicativo de entrega de supermercado que se propõe, como você falou, Gustavo,

a entregar em minutos. Então é uma proposta bem diferente. Depois a gente pode contar um pouquinho de como que a gente faz fez isso, né, lá atrás e como ainda segue fazendo, porque hoje mais de 95% das entregas são entregues em menos

de 15 minutos, né? Então

menos 15, cara.

Exato. Então é realmente um negócio bem diferente aqui do em termos de nível de serviço.

Sim.

E e pô, minha jornada de daqui foi incrível. Saí do zero até se tornar

incrível. Saí do zero até se tornar unicórnio, né? Então foi uma uma

unicórnio, né? Então foi uma uma experiência muito legal. Fiquei lá até 2024. Então, a gente fez um MNA com a

2024. Então, a gente fez um MNA com a empresa americana no meio do caminho.

Tiveram várias várias eh eh experiências aqui. Foi, teve crise da Ucrânia no

aqui. Foi, teve crise da Ucrânia no meio, subiu taxa de juros, né? A guerra

da Ucrânia subiu taxa de juros, uma série de fatores. Aí 2024 eu deixo a daqui para me dedicar a alguns projetos, alguns pessoais e outros ali empreendedores também de começar a

tatear o mundo do e-commerce. Eh,

explore o pessoal, foi a prioridade, com certeza. O do e-commerce acabou não

certeza. O do e-commerce acabou não dando certo. E ali no final de 2025 eu

dando certo. E ali no final de 2025 eu vendo. E no começo de 2026 eu comecei a

vendo. E no começo de 2026 eu comecei a Mauna, que é um ecossistema empreendedor focado em ajudar as pessoas a saírem do zero até lançarem o seu negócio e

emitirem aí sua primeira nota fiscal e ter o faturamento. Então, em dois, trê minutinhos aí acho que deu para dar uma um overview. E agora vamos aprofundar.

um overview. E agora vamos aprofundar.

Cara, eu tô aqui desesperado porque eu tenho 1 hora e meia para explorar tudo isso com você.

Mas primeiro é o seguinte, cara. Como é

que você tem estômago diante de tantas histórias que o mundo capota praticamente de um da noite pro dia?

Como é que constrói um estômago desse? A

gente fala que o empreendedor ele é termoplástico, né? Ele toma a porrada e

termoplástico, né? Ele toma a porrada e vai se regenerando, vai se readaptando.

Mas como é que é isso, cara? Porque de

tudo que você contou aí, vá várias coisas mudaram da noite pro dia, cara. Muito assim, eh, eu acho que a

cara. Muito assim, eh, eu acho que a primeira coisa, eu falo muito que quando você vai empreender, é muito importante que você goste do que você tá fazendo, porque quando você tem dúvida sobre o

que você tá fazendo e vem a primeira porrada, primeira coisa que você pensa é jogar tudo pro alto e fazer alguma outra coisa. Então, acho que esse é um ponto

coisa. Então, acho que esse é um ponto muito importante. O segundo é que acho

muito importante. O segundo é que acho que eu aprendi isso um pouco com estoicismo, é que assim, as coisas ruins e as coisas boas vão passar. Então, você

tá ali naquele momento, é um momento difícil, você não precisa fingir que não é difícil, você reconhece, é um momento difícil, mas isso vai passar e a gente

vai o o a preocupação ela não leva a lugar nenhum. Estamos num momento

lugar nenhum. Estamos num momento difícil. Qual que é a coisa que a gente

difícil. Qual que é a coisa que a gente pode fazer agora pra gente sair desse momento difícil o mais rápido possível?

Primeiro, vamos entender o problema, vamos garantir que a gente tem uma boa visibilidade do que que tá acontecendo.

Vamos estruturar um plano que de fato seja eficaz para resolver esse problema e depois a gente tem que executar esse plano mais rápido possível. Eu acho que todas as empresas que eu passei, né, e

principalmente a daqui que a gente passou por muita coisa, eh, pô, todas essas a gente mudou de estratégia.

Momento a gente lá em 2021 a gente captou um total de 400 milhões de dólares, né? Daí chega janeiro de 22,

dólares, né? Daí chega janeiro de 22, acabou o mercado de VC, não tem mais liquidez para nada. E a gente tava com uma empresa alavancada e que precisava mudar de estratégia. Mudamos de

estratégia, né? para você puxar o freio de mão de uma empresa que fatura ali eh mais de R$ 500 milhões deais, não é do dia pra noite que você faz isso, né?

Então a gente teve que se reinventar muito rápido, mas sempre com essa com essa cabeça de beleza, entendi que a gente tá passando por uma situação difícil, não vamos se desesperar, porque

o desespero ele não leva a lugar nenhum.

Acho que a gente começou a criar essa essa casca e acho que experiência também, Gustavo, você começa a fazer eh começa a passar por muita coisa, né? Eu

eu vi muitas empresas, né, muitas realidades, como eu falei para você, diferentes. Uhum.

diferentes. Uhum.

E, pô, fechei a operação da Easy Taxi lá no Uruguai, por exemplo.

É, então isso que eu ia te perguntar.

Você tava com o chapéu de empreendedor na daqui nessas mudanças, mas também tava com chapéu de colaborador, de executivo, né? Como é

que pesa diferente isso?

Exutivo. Nossa, é muito diferente. Muito

diferente. Assim, o executivo, como o próprio nome diz, ele executa. O que que ele executa? a ordem de alguém, o

ele executa? a ordem de alguém, o comando de alguém, o empreendedor, o dono, ele dá o comando. Acho que essa é a grande diferença. Você, quando você é

executivo você tem uma um nível de responsabilidade sobre o que você tá fazendo, mas se não bateu a meta, não bateu o resultado, o máximo que pode acontecer é você ser

demitido. Quando você é empreendedor,

demitido. Quando você é empreendedor, às vezes aquilo ali é o teu patrimônio de vida, que uma hora você ia ser um multimilionário e agora tá dando tudo errado. você vai ter uma multimilionário

errado. você vai ter uma multimilionário de dívida. Você vai ter dívida [risadas]

de dívida. Você vai ter dívida [risadas] de milhões, você vai ser um fudidário.

Exato. Para sempre às vezes, né? Então,

cara, acho que é um pouco dessa dualidade e que eu acho que o senso de responsabilidade quando você vira, contrata pessoas para

trabalhar com você e você entende que você é responsável por e impactar a vida de todas aquelas pessoas que estão com você e não só elas, mas as famílias

delas, cara, acho que esse é um nível de responsabilidade muito grande que eu acho maravilhoso ter como empreendedor.

Eu acho quando você, para, para mim é uma realização superior, quando você é executivo, você impacta, né? Mas não é você que tá tomando a decisão de, pô, vamos pagar esse salário para essa pessoa, né? Às vezes você aprova o

pessoa, né? Às vezes você aprova o budget, né? Mas

budget, né? Mas quando você como empreendedor, você vira e fala: "Cara, eu vou pagar para essa pessoa porque eu quero e porque essa pessoa aqui ela vai me entregar um resultado incrível e ela entrega". Você

vê ela se desenvolvendo e você fala: "Poxa, que legal que eu tô conseguindo contribuir para todas essas pessoas". Na

época da daqui, várias pessoas lá no comecinho entraram ganhando muito menos do que o que ganhavam no mercado. Por

quê? Porque a gente tinha um sonho que a gente conseguiu contagiar as pessoas com esse sonho. Então essa parte do

esse sonho. Então essa parte do storyting do teu negócio é é muito importante.

E essas pessoas que toparam esse desafio com a gente, elas multiplicaram a remuneração dela por três ou quatro vezes em três anos.

Legal.

Então você imagina a transformação de vida que essas pessoas passaram. às

vezes era um high potential ali, né? Uma

pessoa que tinha um potencial legal numa empresa menor e que foi catapultada aos grandes cargos executivos aqui de empresas brasileiras. Então hoje tão aí

empresas brasileiras. Então hoje tão aí são os profissionais, todo mundo briga por eles assim, sabe? Então é, você vê a pessoa passar por essa transformação e você poder falar que você fez parte de

contribuir para isso. Cara, para mim essa é a principal realização como empreendedor. O negócio em si ele é uma

empreendedor. O negócio em si ele é uma desculpa para você ver as pessoas eh prosperando.

Sabe?

Você sabe também que tem um lance de você poder fazer parte de algo que foi construído praticamente do zero, que é você se empolgar junto com a construção, começar a falar assim: "Put, não é que

esse negócio que o Maro já fez deu certo?

[ __ ] mas aqui eles erraram, hein? Mas

vamos lá, a gente tá aqui para recolher os corpos, né, e continuar. E eu acho que isso também torna o profissional, mesmo que o cara talvez não siga a bandeira depois de empreendedor, mas ele

entender e acreditar, né, também, porque às vezes quando você chega numa empresa que já tá tudo, né, flat, não tem muito coisa para você aprender, mas você toca porque você tem performance. Agora,

quando você vê o filho realmente começar a andar e e tocar a vida, é algo incrível, assim, como colaborador também né?

É, eu brinco que ninguém vai tirar de você o tijolinho que você colocou lá na base da construção. Aquilo ali é seu.

Então, da mesma maneira que o empreendedor constrói o negócio, o executivo ele constrói a carreira dele.

E essas vitórias que ele vai conquistando e coletando ao redor da carreira é só dele. E isso ninguém tira da pessoa. Eu acho que essa é uma

da pessoa. Eu acho que essa é uma realização muito legal. você poder criar coisas, você se sentir parte disso.

Esse, eu eu lembro quando eu era executivo, eu me contagiava com essa com esse poder de criação. Isso

foi o que me influenciou a me tornar empreendedor. Eu comecei a ver esse

empreendedor. Eu comecei a ver esse exemplo de empreendedores que estavam fazendo as coisas e olhar e falar: "Olha, essas pessoas elas são muito inteligentes, são muito gente boa, muito

esforçadas, mas assim, não tem nada de estratosférico, extraordinário nessas pessoas. A grande diferença entre elas,

pessoas. A grande diferença entre elas, esses empreendedores, e as demais pessoas, é que em algum momento elas decidiram entrar em movimento. E hoje,

depois de, né, hoje dentro da mauna, a gente trabalha muito com esse processo de ajudar as pessoas a começar seus negócios e a principal mensagem que a gente te traz é essa que você tem que

começar a entrar em movimento na direção de você construir o seu negócio. A única

maneira que você tem de começar uma empresa é você começar. Se você não começa, eu tenho certeza que você nunca vai chegar a ter um negócio.

E se você começa a dar os primeiros passos, você vai evoluindo. Não precisa

ser do dia pra noite, vou julgar a todo o meu emprego fora, vou pedir demissão, vou fazer, né, o escambal. Não, você dá o primeiro passo, você começa a pesquisar teses, você se abre pro empreendedorismo. Você não precisa sair

empreendedorismo. Você não precisa sair do seu trabalho para fazer isso.

Você pode gastar ali duas horas por semana estruturando, pensando. E aí, na medida que você vai tendo eh eh você começa com hipóteses, você converte essas hipóteses em incertezas, na medida

que você vai fazendo isso através de validação, a a loucura não vai ser você eh eh largar o seu emprego, né? você eh

pular para empreender, vai ser você ficar no seu emprego. Porque se você já tem certeza que aquilo ali é um negócio que tem interação e que faz sentido, para que que você vai ficar onde você tá, né? Mas acho que esse processo de

tá, né? Mas acho que esse processo de uma maneira estruturada é uma coisa que dentro da Mauna a gente pensa muito e e assim o que a gente tem hoje como produto é um programa para ajudar as pessoas nessa trajetória.

Agora R, tem duas coisas que eu ia te falar aqui que eu acho que a gente talvez tente entender, porque cada empreendedor é um empreendedor. Se você

me der o playbook daqui, pode ser que eu execute e dobre e pode ser que eu transforme isso numa grande catástrofe, né? E aí eu entendo que tem algumas

né? E aí eu entendo que tem algumas coisas, o fator psicológico, a gente toma muitas decisões pelo coração e pela razão, que acho que isso influencia bastante, principalmente na trajetória

empreendedora, e o seu apetite para risco, que eu concordo contigo, estar em movimento torna aquela aquela história, né? Quanto mais eu trabalho, mais sorte

né? Quanto mais eu trabalho, mais sorte eu tenho, né? Eh, mas eu entendo também que a gente vai topando tomar alguns riscos, né? Como é que a gente exercita?

riscos, né? Como é que a gente exercita?

Como é que você percebeu que o seu psicológico começou a ficar valente no sentido de falar: "Eu vou comprar essa parada, mesmo que ela me custe talvez a

minha vida assim financeira, né?" Eh, eu eu acho que o segredo é você tornar essa decisão pequena o suficiente para que não precise ser o estou colocando a

minha vida em risco, a minha vida financeira em risco, a o conforto da minha família em risco. Existem maneiras

de você fazer esse essa esse esse esse dar esse primeiro passo em relação ao empreendedorismo, sem você comprometer ali seu os seus recursos. Você pode

começar estudando, entend tendo uma clareza do que que é o mercado, tentando entender um pouco melhor o que que é a sua tese, validando essa tese, nada disso você precisa de dinheiro

necessariamente para fazer. Uhum.

Então, dá para você dar e e essa é uma das outras principais lições do programa que a gente faz, é que dá para você andar muito antes de você fazer compromissos maiores, sem cheque ainda.

Exato. E quando você for fazer de fato um compromisso, você vai fazer ele com certezas, porque a primeira pessoa que você tem que convencer sobre que se que o seu negócio é bom ou não é você. Então você tem que

se convencer que aquilo ali é um bom negócio. Porque para que que você vai

negócio. Porque para que que você vai largar tudo para um negócio que nem você tem certeza ou tem uma um um alto nível de de confiança que aquilo ali de fato é

um bom negócio? A maior parte dos negócios que dão errado, eles dão errado porque eles não têm demanda. As pessoas

elas começam eh negócios que ninguém quer porque elas começam por uma solução. Fala: "Ah, eu tenho aqui uma

solução. Fala: "Ah, eu tenho aqui uma uma tecnologia nova que surgiu, eu vou tentar aplicar essa tecnologia em alguma coisa". Você tem que primeiro entender

coisa". Você tem que primeiro entender quem que é o seu cliente. Você precisa

conversar com ele. Essa dor que você acha que é verdade, ela é verdadeira de fato, é dolorida, né? Ela é, às vezes a dor existe, mas as pessoas estão dispostas a pagar para resolver essa dor, porque é

uma outra coisa, é um compromisso diferente. Você tem que primeiro ter o

diferente. Você tem que primeiro ter o compromisso das pessoas. Então, o ideal é primeiro você conversar com seus clientes, já tentar vender alguma coisa para alguém, porque a a confirmação da

da do teu negócio é alguém pagar, fazer o Pix da na da tua conta. Pessoa tá

disposta a pagar por isso, pô. Se eu tenho já 50 pessoas que

pô. Se eu tenho já 50 pessoas que pagaram, pô, pelo menos 50 já pagaram.

né? Agora, pô, ninguém pagou ainda. Vou

investir aqui R 1 milhão deais nessa tese. Hum, não sei. Algumas teses

tese. Hum, não sei. Algumas teses

precisam de mais dinheiro para serem testadas, né? Você vai abrir um

testadas, né? Você vai abrir um restaurante, é difícil você começar um restaurante de alto padrão, né? Sem ter

um um investimento inicial grande. Mas

aí você não começa no de alto padrão. Às

vezes você pode, por exemplo, testar o delivery. Você começa aquela aquela

delivery. Você começa aquela aquela aquele teste ali no delivery com um prato só, né? Você faz um jantar na casa de amigos, você testa para ver se o que que as pessoas falam sobre aquilo, quanto que elas pagariam, põe elas para pagar, faz o jantar com as

pessoas pagando o jantar para você e aí você consegue testar sem ter feito todo o trabalho e para depois ali de seis meses tem restaurante que fecha, né?

Acho que todo mundo já viu um restaurante que abre, pô, super interessante. Você vê que a pessoa fez

interessante. Você vê que a pessoa fez um grande investimento, seis meses depois fecha. Por quê? Porque não tinha

depois fecha. Por quê? Porque não tinha a demanda validada ou porque não, daí fala: "Ah, não, foi um problema de marketing". Olha, talvez até tem possa

marketing". Olha, talvez até tem possa ser também um problema de marketing, mas se você já tem uma demanda, uma confiança de que aquela demanda existe, é muito mais fácil você conseguir gerar

atração pro seu negócio. E a tração, né, que é de fato você ter essas vendas iniciais, é a coisa mais importante que tem. A daqui quando a gente começou ela

tem. A daqui quando a gente começou ela em 2021, né, 15 de janeiro de 21, a gente quando a gente lançou o negócio, a gente não sabia se ia ter tração ou não.

Então o o dinheiro que a gente captou, o primeiro dinheirinho que a gente captou foi 1.2 milhões deais com família e amigos. E esse dinheiro para todo mundo

amigos. E esse dinheiro para todo mundo tava muito claro que era para testar o modelo e se ele tinha demanda ou não.

Então a gente capta para fazer o teste.

Por quê? Porque esse era um teste que demandava dinheiro. Essa é uma outra

demandava dinheiro. Essa é uma outra coisa que você pode fazer. As pessoas,

elas acham que elas precisam ser o empreendedor e o capitalista, que é quem coloca o dinheiro no negócio.

Mas não, você pode ser o empreendedor e buscar a figura de um capitalista ou investidor que vai capitalizar o negócio para você e você vai est investindo a tua força de trabalho. Óbvio que quem colocou um dinheiro vai querer um pedaço

daquilo ali, mas é uma relação justa aqui e que você começa ali, você pode validar algumas hipóteses e e colocar isso para rodar. E

esse 1.200.000 que pra gente pessoa física é muito dinheiro, mas cara, para um grande fundo de investimentos não é uma grana, né, tão grande. Tanto que deu muito certo. E depois a próxima rodada

muito certo. E depois a próxima rodada que a gente quando a gente junta com a Joker que a gente faz, é uma rodada de 170 milhões de dólares. Tudo bem que é muito fora da curva, né? Foi pr o grupo Joker daqui.

O Joker foi essa empresa americana que a gente se juntou. Eh, mas é um assim, foi um crescimento fora de série.

Por quê? Porque a gente viu que tinha demanda, a gente começou a vender, a gente falou: "Pô, a gente tá fazendo X, 2x, 10x, 15x." Cara, o crescimento a gente dobrava todo mês.

E aí eu queria saber algumas sensações assim dos bastidores. O primeiro é o seguinte, com esse 1.200.000, o que que vocês fizeram? Qual foi o mínimo viável da

fizeram? Qual foi o mínimo viável da daqui? Vocês montaram um mercadinho com

daqui? Vocês montaram um mercadinho com porta fechada? Que é quem foi os

porta fechada? Que é quem foi os primeiros motoboys? Como é que foi a

primeiros motoboys? Como é que foi a construção disso? Vamos lá. É bem legal

construção disso? Vamos lá. É bem legal essa história, porque as pessoas, ah, você tem que ter muito dinheiro para começar, né? Assim, o Eu investi na

começar, né? Assim, o Eu investi na daqui um total de R$ 20.000, tá?

Eu e meu sócio.

Caraca.

E para que que foi esses R$ 20.000? Pra

gente alugar o imóvel. Então, a gente alugou uma casa em Pinheiros que tinha dois andares, né? um sobradinho. Embaixo

era o que a gente ia transformar em operação e em cima o nosso escritório.

Então é assim que a gente começa. Esse

dinheiro foi para alugar e fazer uma reforma básica pra gente começar ali a nossa operação, para ter cara de empresa, para ter um lugar que, ó, vou vou, tô me propondo a fazer dark store. Tá aqui o

primeiro dark store. A pessoa precisa ter materialidade. Isso é uma coisa

ter materialidade. Isso é uma coisa muito importante. Quando você vai fazer

muito importante. Quando você vai fazer uma captação, você tem que mostrar para as pessoas que estão eh colocando dinheiro no seu negócio materialidade, elas precisam conseguir entender o que

que é a tua empresa, né? Então, se é um negócio físico e você mostra o que que é um dark store, que é uma coisa que era nova na época, ninguém sabia o que que era um dark store, né? Que é um um supermercado, só para

né? Que é um um supermercado, só para quem não sabe o que que é, é um é como se fosse um supermercado fechado pro pro público, tá? Tá? Então é um armazém, um

público, tá? Tá? Então é um armazém, um galpãozinho e e a diferença é que não entra cliente, né? Então você tem ali, você não precisa ser bonito. Então

normalmente a gente pega uma rua é um pouquinho menos movimentada que tem ali e que o aluguel vai ser muito mais barato.

Os passantes não são interessantes.

Exato. E que você consegue deixar mais feinho assim. É cara de CD, entendeu?

feinho assim. É cara de CD, entendeu?

Não é cara de loja que é muito mais barato para você colocar de pé. Então

tinha que ter um Dark Soul, a gente tinha que mostrar o que que era. Daí era

isso. Então a gente conseguiu materializar. E então o primeiro

materializar. E então o primeiro dinheirinho que a gente juntou foi para isso. A gente coloca esse Dark Store de

isso. A gente coloca esse Dark Store de pé. A gente começa a nossa operação

pé. A gente começa a nossa operação inicialmente terceirizada em relação ao time de loja, que era quem fazia a montagem dos pedidos. E os entregadores, o primeiro entregador que a gente teve,

eu era o responsável por operações, né?

Então eu fui prospectar esse primeiro entregador e eu comecei a ir em lugares que tinham eh entregadores que eles ficavam andando lá. E um desses lugares foi o Largo da Batata que fica e limpinho pertinho ali, né? de vocês.

E E aí foi muito legal porque eu tava querendo entender como é que funcionava a cabeça do entregador, quanto que ganhava o entregador. E aí o primeiro entregador que eu fui conversar sobre isso, o nome dele é Adão.

Adão.

Olha que legal. O primeiro entregador é é o Adão, inclusive até hoje ele eu tenho contato dele, ele tem o meu. Ontem

ele me mandou uma foto dele e e assim foi muito legal porque o ao conversar com o Adão entendi muito sobre a cabeça do entregador e e mais do que isso, eu e o meu sócio, a gente

vivenciou muito o que era ser um entregador. Então a gente fez centenas

entregador. Então a gente fez centenas de entregas, talvez até milhares, tá? Eu

e meus sócios. E e a gente cria daqui já com diferencial desde o começo.

Você na motoca mesmo de de bicicleta.

De bicicleta.

A gente já cria com diferencial desde o começo, que é é todas as lojitas daqui tem um lugar dedicado para os entregadores onde eles têm acesso a

banheiro, uma geladeira, café, água, carregar o celular, né? Então que é uma infraestrutura que você falar para alguém que você arrumou um lugar que você trabalha, que tem isso, né? Que

você tá ali no dia a dia, que tem isso, todo mundo vai falar: "Pô, legal, mas, né, o que que tem?" Mas essa infraestrutura básica ninguém tinha dentro do mercado.

Então isso se torna um diferencial competitivo grande para aquele e naquele começo, né? Então e o entregador ele não

começo, né? Então e o entregador ele não é um funcionário, né? ele é um prestador de serviço. Então, fornecer essa

de serviço. Então, fornecer essa infraestrutura não era obrigação nossa, mas a gente viu que isso, né, humanidade, você a pessoa ter dignidade ali no trabalho dela,

isso se torna um grande diferencial pra gente também nesse lançamento.

Se a gente pegar um recorte das pizzarias, que são as grandes pioneiras do delivery, né, o cara nem podia usar o banheiro do dos clientes, né?

Pois é, tinha uma parada meio louca assim, o dono às vezes até ficava puto. Eu tenho

muitos amigos que trabalharam com entrega, né? E era meio insalubre a

entrega, né? E era meio insalubre a parada assim, pô, você dá uma moral dessa já, né, cara, muda o jogo aqui. É legal demais. Vou entregar com

aqui. É legal demais. Vou entregar com muito mais carinho, né, total. A gente sempre acreditou que a

total. A gente sempre acreditou que a maneira que você trata as pessoas, sejam elas seus funcionários, seja elas seus parceiros, é a maneira que elas vão tratar os clientes no final da ponta,

né? Então, quanto mais eu cuido, mais

né? Então, quanto mais eu cuido, mais elas vão cuidar de volta. Então, a gente sempre teve essa cabeça lá desde o começo, né? Isso fez toda a diferença.

começo, né? Isso fez toda a diferença.

Agora nessa nessa construção, primeiro eu queria imaginar o sobrado, tá?

Primeiro vocês arrumaram um bairro com um aluguel ali meio meio salgadinho, né?

No meio da pandemia, a gente pegou muito barato.

É, agora me conta o seguinte, Pinheiros é historicamente um lugar de bom poder aquisitivo né?

E lógico, vocês fizeram alguns estudos.

Que estudos foram esses? E também queria saber o seguinte, vocês vocês colocaram os mantimentos de cozinha na cozinha, os mantimentos de sala na sala, como é que vocês fizeram para arrumar o darkzinho lá?

Boa. Vou começar por essa segunda, mas assim, a gente transformou, era uma academia essa, esse sobrado.

Ah, não era uma casa. Casa,

era uma casa, mas é que a casa atuava como academia, entendeu? Mas tinha tipo tatã, o o emborrachado da academia no começo, né? Então era uma academia

começo, né? Então era uma academia basicamente que quebrou durante a pandemia. E aí a gente rapidamente

pandemia. E aí a gente rapidamente conseguiu alugar esse imóvel, né? Então

imóvel que tinha ali dois andares. Eh, e

a gente fez ali, né, uma reforma básica ali de eh, pô, tu colocou ar condicionado, eh, colocou as prateleiras e ali as pessoas ela e aí os os

suprimentos, a nossa primeira compra foi no mercado, no atacadão para revender, entendeu? Então é assim que começa.

entendeu? Então é assim que começa.

Começou Começou muito básico. A tua

primeira pergunta foi é não? E aí como é que foi ali o o o

é não? E aí como é que foi ali o o o ecossistema assim? Escolheu eh por

ecossistema assim? Escolheu eh por pinheiros por como que a gente estruturou? Cara, isso foi muito legal

estruturou? Cara, isso foi muito legal assim porque eh e como eu e meu sócio, eu tenho um outro sócio que já tinha trabalhado em consultoria, a gente tinha uma capacidade grande de fazer pesquisa de mercado. Não esqueceram o diferencial

mercado. Não esqueceram o diferencial competitivo que a gente tinha aqui de alguma maneira.

E o que que a gente fez? a gente, o, o IBGE, ele fornece para você a nível bairro o número de pessoas que moram por classe social. E aí com essa informação,

classe social. E aí com essa informação, se você juntar essa e a pesquisa de orçamento familiar, você consegue ter ali uma um um uma análise de naquele

bairro quantas pessoas gastam de dinheiro eh em relação à alimentação mensalmente.

Então, a gente selecionou as regiões de São Paulo para começar que tinham esse gasto maior, né? Então, inicialmente a gente olhou para Pinheiros, Itaim, Vila Olímpia e a região da Paulista. E aí o

lugar mais fácil de arrumar o imóvel foi onde a gente começou, foi Pinheiros.

É, então foi mais por isso e sorte minha que era do lado da minha casa, então eu conseguia também eu cuidava da operação, então foi juntou.

E Pinheiros também tem um histórico da galera ser early adopter de algumas coisas né?

A galera é muito early adopter ali, né?

Foi muito legal. Foi um acerto gigante, assim, não poderia ter sido melhor.

Agora, curiosidades, enquanto a gente vai construindo a conversa, o leite condensado é o campeão de top vendas ou não?

Não, é porque é o que eu mais comprava na época, porque um gordo que sou, né? Um

leite condensado sempre salva o rolê.

Mas qual que é a top assim da do que a galera precisa, mano?

Normalmente bebidas alcoólicas.

Bebidas como um todo é o é o a categoria que mais vende. Começou muito assim. com

o tempo, eh, os alimentos, é porque a mercearia começou a ganhar muito, muita força. Quando a gente começa daqui, a

força. Quando a gente começa daqui, a nossa tese inicial é que ia ser meio que uma loja de conveniência rápida. E aí,

com o tempo a gente entendeu que loja de conveniência para conseguir parar de pé, o ticket médio era muito baixo. Então,

dificilmente a gente ia conseguir garantir uma rentabilidade no nível pedido se o ticket fosse baixo. Ah,

então a gente teve que incrementar a nossa cesta. E aí a gente começou a

nossa cesta. E aí a gente começou a falar, a gente não é entrega rápida em 15 minutos, a gente é supermercado em minutos. Então teve essa, ao longo do

minutos. Então teve essa, ao longo do caminho a gente foi entendendo melhor o mercado e e fez essa pivotagem aqui. E

foi bem interessante isso. Hoje a daqui ela é rentável, né? né? Todas as lojas são rentáveis, então rentabilidade duplo dígito, o que é bem interessante quando a gente fala de de do mercado de varejo.

E isso só foi possível por conta dessa transição aí da gente ter focado em colocar mais energia, em crescer a cesta. O problema é quando a gente

cesta. O problema é quando a gente dimensionou as nossas lojas, né, os dark stores, a gente chama de loja internamente, a gente tinha dimensionado para um portfólio muito menor.

Uhum. E aí a gente já multiplicou esse portfólio por, sei lá, oito vezes hoje.

Então a loja que tinha sido inicialmente pensada para acomodar isso ficou pequena. Então a gente teve que no meio

pequena. Então a gente teve que no meio do caminho ir trocando as lojas por lojas maiores. Então agora você imagina,

lojas maiores. Então agora você imagina, a gente chegou a ter 80 lojas funcionando simultaneamente, você ir operando, construindo loja, trocando parque, tendo todas as dificuldades que

é de você fazer.

Mas eh esse foi também um outro desafio que a gente teve ao longo da jornada, que é normal quando você empreende.

Assim, a a única certeza que eu tenho é que o o começo tá errado.

Uhum.

Porque você tá são hipóteses e aí você vai começar a testar essas hipóteses.

Que que é uma hipótese? Uma hipotese,

que é uma tese fraca. Que que você precisa fazer para transformar uma tese fraca numa tese forte? teste. E aí você começa a fazer testes e a partir desses testes você gera aprendizado e ao

incorporar esses aprendizados o teu negócio ele vai crescendo e ficando, né, tornando-se um negócio melhor. Agora eu

queria trazer dentro da sua jornada e pensando na mauna, né, que depois a gente vai falar um pouco sobre a tese, no meio desse caminho, tem os pessimistas ali que vão dizer assim: "Cara, vocês são muito

parecidos com iFood, a rap tá fazendo isso, essa parada é mais a é mais uma cópia de alguma coisa". Tem aquela

turminha do amuim que enche o saco.

E aí você me contando agora, vocês pegaram um caminho inverso. Vocês vão

pro supermercado para depois acabar caindo, talvez nos itens que todo mundo tava brigando naquela pandemia, né? Que

era bebida, era comida, os entregadores foram os grandes anjos, né, da da pandemia, etc. Depois eles trabalhavam para quatro, cinco bandeiras diferentes.

E aí eu queria saber assim, porque assim, em algum momento alguém disse: "Puta, mas a daqui é o rap, a daqui é o iFood com algumas coisas de mercado." Eu

queria levar nessa conotação dos da turma da Amendoim, mas eu queria saber como é que vocês se estruturavam lá para dizer o quanto isso era diferente.

Com certeza. Assim, essa foi a principal pergunta de todos os investidores inicialmente. Como é que vocês que, né,

inicialmente. Como é que vocês que, né, que não são ninguém, né, não nunca fizeram nada, né, pô, já tinha tido experiência de startup, mas como empreendedor zero. Como é que vocês vão

empreendedor zero. Como é que vocês vão ganhar de rap, defood, de cornershop, que na época também tava muito forte, né, shopper, os supermercados tradicionais que tinham ali o seu

delivery próprio, como que vocês vão se diferenciar dessa galera, né? Então, era

uma pergunta que todo mundo perguntava e o que a gente falava é que os players tradicionais de de delivery, que esses que faziam o que a gente chama de eh entrega rápida, a entrega rápida antes

era uma hora, tá? Na época que a gente começou.

E esses que entregavam em uma hora, eles entregavam com uma taxa de erro de em torno de 20%. Então, um em cada cinco pedidos que você pedia tinha alguma

inconsistência, seja porque chegou um item errado, ou seja, você pediu um macarrão do tipo A, ele entregou um macarrão do tipo B, seja porque veio faltando macarrão. E até uma coisa que

faltando macarrão. E até uma coisa que acontecia muito, é, eu pedia só para vir o macarrão, daí chegou tudo menos o macarrão. [risadas]

macarrão. [risadas] Clássico.

Sim. E a gente viu que assim isso impede ter recorrência no modelo, porque se você tem um problema em cada cinco, como é que você vai pedir toda semana? É um

serviço que você não consegue confiar nele.

Sim.

Entendeu? A daqui. E e por que que isso acontece? Porque esses aplicativos eles

acontece? Porque esses aplicativos eles operam como se fosse, com exceção da da Shopper, né? Eles operam como se fosse

Shopper, né? Eles operam como se fosse um como marketplaces, ou seja, eles não são os detentores do estoque.

Ah, então eles não tem o controle do estoque. Então pr a experiência pro

estoque. Então pr a experiência pro cliente de fazer uma compra de um aplicativo online e receber, ela é muito parecida. Agora, o que tá por trás para

parecida. Agora, o que tá por trás para transformar esse essa compra numa boa compra é totalmente diferente. A daqui

ela não ela não compra em algum supermercado, ela é o supermercado. Isso

muda tudo, porque você é o dono do estoque, você é o dono da qualidade, você é o dono, a gente, né, controla a entrega, então isso controla ponta a ponta o processo e aí você consegue garantir uma taxa de erro de menos de

1%. E isso faz toda a diferença. A gente

1%. E isso faz toda a diferença. A gente

era no mínimo 20 vezes melhor do que todas as outras soluções quando se parava para pensar em qualidade.

E isso começou a gerar uma recorrência muito grande. Então o nosso grande

muito grande. Então o nosso grande diferencial é eu entrego mais rápido do que todo mundo, porque o meu modelo ele foi desenhado para ser muito rápido, né?

Então o dark store a gente tem mais ou menos hoje uns 40 em São Paulo em ordem de grandeza. Ele, então, a cada 3 km tem

de grandeza. Ele, então, a cada 3 km tem uma loja para te atender, um dark store desse para te atender. Então, por isso que você pede, chega em 15 minutos, às vezes até menos.

Já chegou em oito o cara, porque o cara parece que o cara tá na moita, né? Você pediu e chega.

moita, né? Você pediu e chega.

Não, e eu fico imaginando, eu vou te contar uma experiência que eu sou usuário mega da daqui que eu chamava de DAC. Hum. [roncando]

DAC. Hum. [roncando]

Eh, depois eu te conto uma história.

É, aí você me conta o Mas eu vou te contar. Eh, quando eu termino de pedir,

contar. Eh, quando eu termino de pedir, eu fico imaginando o seguinte. Sai o

pedido e alguém bate lá e começa pá pá pá pá pá, jogou na sacola, amarrou, vai vai, entrega pro Gustavo que ele tá esperando, tá ligado? Eu fico imaginando

a a agilidade e a rapidez e claro, organização, agilidade processo sistema tecnologia. Depois a gente vai entrar

tecnologia. Depois a gente vai entrar nesses assuntos. Com certeza tudo soa

nesses assuntos. Com certeza tudo soa como música lá na nas darks, né? Mas eh

chega a ser assim, cara, absurdo. A

ponto dos amigos eh assim, a gente tá numa situação, pô, outro dia faltou sal grosso. Não, pera aí, a gente resolve

grosso. Não, pera aí, a gente resolve isso rápido. Se fosse pegar o carro,

isso rápido. Se fosse pegar o carro, dá 25 minutos, dá meia hora, cara. Deu

nove, deu 10. Aí o cara fala: "Não é possível". O cara tava lá. Aí tinha um

possível". O cara tava lá. Aí tinha um amigo meu que até brincava: "Cara, pede um cigarro solto aí, então vamos ver quanto tempo o cara chega, né?" Eh,

virou uma piada, porque era um negócio tão absurdo. É um negócio tão absurdo.

tão absurdo. É um negócio tão absurdo.

Mas eh o que que eu queria saber de você assim nessa construção, quando você bate 80 ali, hoje a gente falou em 40 com certeza maiores e mais adequadas,

a gente fala que vocês chegam a ter eh eh força de de compra tão quão grandes atacadões que estão aqui, né, no Brasil.

A gente tá falando de poder comprar palet de coisas com preços absurdos, que aí vocês entraram em outro jogo. Sai do

Atacadão comprando a musçarela a R$ 65 o kg para poder negociar um palet de mussarela. Um exemplo,

mussarela. Um exemplo, que que acontece quando vocês ganham um poder de barganha absurdo assim?

É, hoje a daqui ela tá faturando próximo de 1 bilhão deais, né? Então você pega uma empresa que em 5

né? Então você pega uma empresa que em 5 anos aí de existência sai do zero para um bid real, é difícil você encontrar cases assim, né?

E então você já tem um pouco dessa desse poder de barganha. No começo era muito difícil porque ninguém abre a porta para você. A indústria ela é muito fechada.

você. A indústria ela é muito fechada.

Então, e não é só porque, né, a indústria fechada, porque, cara, é difícil mesmo. São centenas de

difícil mesmo. São centenas de fornecedores, você tem que construir o relacionamento começado todos, prazo, preço, negociação, eh, até você acertar o seu processo de entrega, o seu centro de distribuição. Hoje é daqui tem

um centro de distribuição gigante lá em em M das Artes, né? Então, aqui em São Paulo tem outro de frios eh ali também na região de Alfavil. Então assim, é uma

um colosso, já já um um player muito grande, mas é toda essa estrutura e essa organização, ela foi construída passo a passo, né? Então a gente a gente nasceu,

passo, né? Então a gente a gente nasceu, como eu falei, num numa loja que tinha de operação 70 m².

É assim que a gente começa, né? Hoje

você tem dezenas de milhares de metros quadrados, né? Então é muito louco você

quadrados, né? Então é muito louco você parar para pensar que em tão pouco tempo a gente conseguiu fazer tudo isso.

Agora nessa construção passo a passo ali, a gente teve um 2021, 121 que parece que foi o casamento, né? E eu

lembro de uma frase, eu usei em alguns episódios do Empreend Cash, que a pandemia foi o maior CTO eh da história, né? City, para quem tá ouvindo a gente,

né? City, para quem tá ouvindo a gente, seria ali o seu responsável pela tecnologia da sua empresa, que consequentemente foi um colonizador de

novas culturas, né? Ainda tinha gente que pedia pizza pelo telefone lá no meio da pandemia. Hoje é um absurdo alguém

da pandemia. Hoje é um absurdo alguém pegar o telefone para pedir uma pizza.

Mas ali parece que aconteceu o casamento perfeito. Você acha que teve esse

perfeito. Você acha que teve esse alinhamento, tirando que a pandemia foi uma bosta em relação a mortes e pessoas e etc? Mas assim, parece que foi o

e etc? Mas assim, parece que foi o casamento ideal para uma quebra de cultura e a o crescimento do mercado que que talvez levaria 10 anos para amadurecer como amadureceu em 10 meses.

Com certeza. Assim, a da quando eu e meus sócios a gente se junta para empreender, isso foi bem no começo de 2020, foi antes da pandemia.

Ah, e aí a gente começou a explorar teses e a gente falou: "Olha, parece que a gente chegou a ter uma outra ideia que era uma

tese eh offline, ou seja, que, né, economia real, pessoas caminhando e comprando coisas na rua e aí veio a pandemia e aí a gente falou: "Pô, essa tese aqui não não vai paraa frente".

Então, a gente começou a ir atrás de outra tese, a gente começou a buscar coisas que existiam, né, dentro do mercado. A gente viu modelos ao redor do

mercado. A gente viu modelos ao redor do mundo que tinham alguns elementos da daqui e a gente junta esses elementos para começar essa tese aqui dentro do Brasil. Então, a gente constrói essa

Brasil. Então, a gente constrói essa tese de supermercado online, a gente fala by design. a gente viu que tinha a

tendência, né, que era essa transição do offline pro online, a gente tirou esse insight, transformou esse insite numa ideia de negócio e a gente foi testar,

porque não é porque lá fora tinha indício de que funcionaria bem, que aqui no Brasil necessariamente funcionaria bem também. Então a gente, quando eu

bem também. Então a gente, quando eu falo que a gente captou lá os 1.2 milhões, foi pra gente testar se isso aqui faria sentido pro Brasil, mas a gente vem cheio de evidências. falando

que, ó, deu certo na Europa, deu certo nos Estados Unidos, pó tudo indica que vai dar certo aqui no Brasil também. E a

gente é o player que tá mais acelerado dentro dessa e dessa dessa jornada, mas essa é uma uma janela de oportunidade que vai se fechar rápido. A gente

precisa ser pioneiro aqui e dito e feito. Quando a gente lançou, a gente lança em janeiro de 21, a gente foi o primeiro desse com esse modelo que a gente chama de quick commerce, né?

Comércio rápido, que é são entregas em menos de 30 minutos. Seis meses depois, grandes players lançam uma solução parecida. Então, se a gente não se

parecida. Então, se a gente não se movimenta rápido, a janela de oportunidade muda, né? Tem um conceito que é a zite guist, que é o o espírito

da época. Eu falo que o empreendedor,

da época. Eu falo que o empreendedor, ele tem que ler a Zgist do momento, entender qual que é o espírito dessa época que a gente tá vivendo agora. Se

eu te perguntar, Gustavo, o que que é hoje que tá mais em alta do que a gente tá vendo? Ia.

tá vendo? Ia.

Exato. Então, se eu empreender em alguma coisa que não seja IA, eu vou ter eh menos eu não vou est me aproveitando dessa energia toda que tá concentrada

aqui. Para você ter uma ideia, mais de

aqui. Para você ter uma ideia, mais de 50% do capital de risco de venture capital que foi alocado no ano passado foi para teses de IA, 50%. Então assim,

se eu for começar algum negócio que não é de i, eu vou ter menos ventos a favor do que se eu começar um negócio de a, por exemplo. Isso significa que a a

por exemplo. Isso significa que a a Mauna tem elementos de A, mas a o o core dela não é a eu tô empreendendo nisso agora.

Então, acho que só para para ver assim, a gente viu o espírito da época que era a galera tá dentro de casa, o online só vai crescer. Isso, esse é um ponto sem

vai crescer. Isso, esse é um ponto sem retorno aqui. O online ele vai crescer,

retorno aqui. O online ele vai crescer, a pandemia tá acelerando essa transformação digital e se a gente se posicionar rápido aqui, tem uma grande oportunidade a ser coletada.

Quando você olhava naquela época em 2021, a Coreia do Sul ela tinha 20% do supermercado sendo feito online. O no

Brasil era menos de 1%. Então assim, a gente falou: "Pô, na Coreia do Sul sem pandemia já é 20%.

Sim. Então, se a gente se tem algum algum catalisador para acelerar essa transição do offline pro online, que a gente via que a pandemia é aqui, tem uma grande oportunidade pra gente surfar, tá?

E a conveniência em CU, né? Eu tive o prazer de visitar a CU em 19 ou 18, não me recordo.

A conveniência realmente é uma conveniência. Aqui no Brasil a gente já

conveniência. Aqui no Brasil a gente já atingiu o nível de conveniência que eu já vi no Japão e na Coreia. Mas você

sabe que você falando também, o mercado dava alguns indícios lá em Eu vou eu vou fazer um recorte de 15 a 20.

Uhum.

Eu lembro de umas movimentações do Pão de Açúcar Minuto, do dia que eram stories mais centralizados, com menos

opções, mais dedicados ao bairro.

Isso. Eu talvez eu fiz um recorte até muito recente, mas o mercado já se dizia assim.

Perfeito. Existia uma tendência por conveniência.

É, inclusive isso tá no nosso pit, né? Os o

o que que existia antes de supermercado no Brasil? Você tinha o hipermercado.

no Brasil? Você tinha o hipermercado.

Isso.

E aí o hipermercado ele se fragmentou em duas coisas, né? Porque assim, o hiper ele não entregava nem preço nem conveniência.

E aí quem foi buscar preço começou a ir pro Atacarejo. Foi uma coisa nova que

pro Atacarejo. Foi uma coisa nova que surgiu, né? Atacadão, Açaí, entre

surgiu, né? Atacadão, Açaí, entre outros. E quem buscava conveniência

outros. E quem buscava conveniência começou a ir nesse formato um pouco mais de bairro, eh, localizado. Então, houve

essa transição para quem busca preço e quem busca conveniência. Essas eram as duas macro e com a com a com a morte do hiper, né? E o o que sobrou, a gente

hiper, né? E o o que sobrou, a gente chama isso de uma destruição criativa, né? tinha um um conceito, esse conceito

né? tinha um um conceito, esse conceito se destruiu, mas uma vez que ele é destruído, ele dá eh luz, né, a outras coisas no seu lugar. E nesse caso foi o atacarejo e a essa parte um pouco mais

focada em conveniência. Quando você

pensa em conveniência é difícil ser mais conveniente que a daqui, porque assim, você literalmente você pede no seu celular e você desce para buscar ou você recebe na porta da sua casa, né? Eu não

consigo pensar numa experiência, nem comprar no supermercado do prédio que tem alguns mercadinhos de condomínio é tão conveniente, porque no supermercado prédio à você tem que pagar ali, passar

o cartão e tal e nada daqui não. Você só

pega e e recolhe.

E você não tem o frescor que eu acho que é o diferencial quando foi pros pros pequenos, né? O fresh da coisa

pequenos, né? O fresh da coisa total, né? E para daqui foi muito difícil

né? E para daqui foi muito difícil colocar isso de pé. Foi uma decisão consciente. A gente falou: "Olha, isso

consciente. A gente falou: "Olha, isso aqui é um diferencial". E o que que é o problema? Quando você eh tem um

problema? Quando você eh tem um supermercado, tá no supermercado tradicional, se você tem uma maçã que não tá boa, você simplesmente não leva ela.

É.

Agora quando você pede uma maçã, você espera que chegue na sua casa uma boa maçã.

Sim. Então a nossa preocupação por qualidade, ela é 10 vezes maior do que num supermercado tradicional, porque todo dia eu tenho que olhar para ver se o fruit ele tá dentro ou fora do padrão.

Então a gente foi muito muito muito forte nessa parte de e gestão de qualidade. Era um movimento que eu

qualidade. Era um movimento que eu liderei, né, essa essa área de qualidade junto com profissionais incríveis.

E a gente conseguiu implementar esse controle que também foi um pilar. A

gente sempre soube do começo que o nosso negócio é entregar qualidade pro cliente.

Sim. Se eu não entrego qualidade, eu não tenho diferencial, então eu tô fora, né?

E mais do que isso, né? Quando você

pensa na entrega daqui, a gente entrega supermercado. Isso é isso é uma coisa

supermercado. Isso é isso é uma coisa que você que a pessoa consome. Mas mais

do que o supermercado, a gente entrega tempo pras pessoas. Você antes gastava 1 hora, 1 hora e meia para fazer a compra de supermercado da sua casa, agora você gasta 10 minutos, 5 minutos dentro de um aplicativo.

Você você quanto que vale uma hora sua e de deslocamento, de energia, de tá com a família, tá fazendo as coisas que você gosta? Isso é o que a gente viu que a

gosta? Isso é o que a gente viu que a gente falou: "Cara, isso aqui é muito profundo e muito valioso. As pessoas

elas vão ficar, não é porque eu tô entregando supermercado na porta da casa delas, elas vão ficar porque eu tô economizando tempo, bastante tempo. E é

o tempo mais precioso que você tem, que é o que você chega em casa, você quer descansar e você fala: "Putz, tem que ir lá no supermercado fazer uma compra". E

eu vou te falar, teve um na jornada dessa fricção, vamos usar a maçã. Eu

cheguei a testar os outros, eu já usei os concorrentes e muitos deles levam essa responsabilidade da escolha da fruta pro entregador.

Então, a chance de vir uma maçã que não tá dentro de um padrão de qualidade é altíssima, porque o cara tá no corre. Eu

não tô dizendo que o cara tem que ser especialista em escolher maçã, longe disso, mas, cara, eu tive eh experiências bem chateantes de receber as frutas zoadas.

É porque às vezes essa era a condição que tava no mercado, que quando tá assim, você simplesmente o que que você faz? Você fala: "Ah, hoje eu não vou

faz? Você fala: "Ah, hoje eu não vou levar maçã, vou levar uva, vou levar uma peira".

Não é? Mas quando você tá ali, tipo, o cara pediu uma maçã, vai ter que levar maçã.

Não. E aí depois tinha uma outra fricção que a gente ficava no chat discutindo com o cara. Cara, mesmo essa maçã tá boa não tá fal caramba. Ih, pro cara era um saco e para mim era desesperador porque

aí eu perdi a conveniência.

Eu passei a ser os olhos do cara, né, pra escolha de algo que eu tava comprando, que era o tempo.

Agora eu queria saber de você o seguinte, a a daqui tinha o lance com relação ao fret.

Uhum.

Que aí você vai graduando e o frete vai ficando interessante.

Isso já era uma estratégia de aumento do ticket. Com certeza.

ticket. Com certeza.

Quando vocês já entenderam ali que na conveniência era um ticket pequeno e vocês queriam que o cara fizesse um carrinho maior.

Perfeito. Sim. Eh, inclusive um dos principais insightes que a gente teve foi isso. O frete ele ajuda você a mexer

foi isso. O frete ele ajuda você a mexer no ticket médio. Então, mais do que você cobrar, né, ganhar o dinheiro monetário, é você conseguir gerar um comportamento

do lado do cliente para fazer o que você quer de alguma maneira, né? E uma outra coisa que a gente fez no nos nossos movimentos, né, de estratégia, é você não perder dinheiro com nenhum pedido.

Também quando você tem um pedido que a pessoa às vezes pedia lá uma Coca-Cola e aí o frete era grátis no começo, né?

Então você, cara, transação inteira para vender uma Coca-Cola para chegar na casa da pessoa, você tá perdendo muito dinheiro ali naquela, naquela transação.

Mas no começo isso isso fazia sentido porque eu não tava interessado ainda em fazer rentabilidade naquele momento. Eu

tava interessado em criar o hábito de consumo nas pessoas. Entendi.

Elas precisavam descobrir como é comprar supermercado online. E mais do que

supermercado online. E mais do que comprar supermercado online, é comprar supermercado online na daqui. Elas

tinham que ter essa experiência superior de entrega na casa delas. A gente tinha um número mágico de pedidos que eu não vou revelar qual é, mas que quando você atingia a pessoa, ela falava: "Entendi e

agora eu não vou mais embora". Entendeu?

Então eu eu precisava gerar essa experimentação.

Que que acontece? 2021 o dinheiro era relativamente barato porque a taxa de juros era muito baixa. Agora com a taxa de juros de 15% não tem mais tanto dinheiro disponível no mercado. Então a

gente tava disposto a investir mais para você criar esse hábito inicial, né? Hoje

já é uma outra realidade, né? Muito caro

o dinheiro, então você tem menos, dá para abornar ali, né?

Não dá para você tá ali gerando a a gente ainda tem muita promoção dentro do aplicativo, faz um investimento milionário, né? para você conseguir

milionário, né? para você conseguir garantir que você tem esse esse consumo ali das pessoas e criar, a gente tem que ter alternativas de eh trazer clientes para dentro do negócio, mas é num

volume, numa uma escala de uma ordem de grandeza muito menor do que já foi no passado.

Agora essa conta ia pra linha de CAC de aquisição de cliente.

O preju que chegava negativa, esse era operacional, né? Então assim, o tipo custo de aquisição do cliente, tá? Para

quem não sabe, o termo CAC, aqui a gente tinha uma uma escala que até x pedidos, isso era considerado aquisição, depois ia pro bolso de Entendi. Que é o número mágico que você

Entendi. Que é o número mágico que você falou também que tinha ali, né?

Exato. Então era um pouco desse entendimento e a gente aprendeu muita coisa, né? É um negócio novo. A gente já

coisa, né? É um negócio novo. A gente já tinha muita experiência de startup, mas o o tipo de negócio que a gente tava construindo era muito novo. A daqui ela é um um supermercado, né? Ponta a ponta.

Ela é um aplicativo de entregas ponta a ponta, né? E ela é uma plataforma de

ponta, né? E ela é uma plataforma de tecnologia, né, de então o aplicativo tem ali a mobilização dos terceiros e tem uma parte de tecnologia. Então a

gente se propôs a fazer muitas coisas diferentes, né? Então para isso você

diferentes, né? Então para isso você precisa de muita escala para você conseguir ser muito bom em tudo que você tá fazendo.

Agora dentro da construção, eu tenho um umas curiosidades. Agora é o Gustavo

umas curiosidades. Agora é o Gustavo perguntão, tá? Olá.

perguntão, tá? Olá.

Eh, eu como user da daqui, eh, eu percebi que as carnes talvez foi o último sprint de vocês. Faz sentido?

Foi de conveniência, né? Que é você colocar a carne resfriada.

A gente foi pioneiro no Brasil.

Isso é porque trazer carne resfriada.

Só faltava isso pro Gustavo.

Uhum.

Porque eu falava assim: "Cara, eu já resolvi tudo com eles, só que a mistura ainda ele me faz levantar a bunda da cadeira".

É. E a gente por que disso? Tem tem historicamente um um uma explicação, a gente sempre quis ser essa conveniência, né? Então essa jornada de

conveniência, né? Então essa jornada de conveniência a gente viu, a gente cara que a gente quer ser muito pioneiro nisso e todo mundo tinha muita resistência, né? Porque cara, como é que

resistência, né? Porque cara, como é que eu vou garantir que em todos os meus pontos eu tenho carne, carne, frango, né? Diversas, né? Proteínas

né? Diversas, né? Proteínas

resfriados, resfriados, não congelado e numa qualidade legal. Então é difícil você, você precisa primeiro de um volume de pedidos grande o suficiente para você

garantir que você vai ter um giro desses produtos, porque senão você tem perda e toma prejuízo. Então a gente começa com

toma prejuízo. Então a gente começa com congelado, na medida que foi ganhando, né, e eh volume, a gente entra com resfriado. E aí o resfriado a gente teve

resfriado. E aí o resfriado a gente teve que desenvolver o fornecedor para ele entender o que que era nosso negócio e qual era a nossa necessidade. Porque a

carne resfriada não é quando você vai no açoug, ah, eu quero aqui meio kg de qualquer coisa. Ali a gente já tinha que

qualquer coisa. Ali a gente já tinha que ter uma uma algo porcionado, algo com um vácuo mais e forte para conseguir garantir um shelf life maior, que é uma a duração na prateleira. Uhum.

Então tinha vários elementos, uma dinâmica de recebimento de mercadoria nova, porque o resfriado ele tem um controle de temperatura que você tem que fazer no recebimento, cadeia

refrigerada. Nosso espaço de geladeira

refrigerada. Nosso espaço de geladeira antes tão grande, teve que crescer o parque de geladeira para conseguir acomodar isso. Então daí você imagina

acomodar isso. Então daí você imagina tudo isso você tem que multiplicar por 80 na época, né? Então

sim. Não, e recalcular de novo, porque enfiou geladeira mais custo.

Mais custo.

Exato.

E aí quem controlava isso na unha aí para tinha um na área financeira, varejo ele tem que ser maníaco por número. Se

você não tem todos os custos na palma da sua mão, você quebra a empresa rapidinho.

Porque a margem é muito baixa, né? Um

bom varejo hoje tem 5, 7% de margem líquida. Então você não tem muito espaço

líquida. Então você não tem muito espaço de manobra. Se você errou, acabou. Agora

de manobra. Se você errou, acabou. Agora

eu tenho uma outra curiosidade, porque a partir do momento que a daqui passa, a daqui passa a ser algo muito eficiente e a quererinha de muitos, eh, começaram a

chegar os presentinhos. Uhum.

Porque aí vocês passam a ser uma empresa de marketing também, de ativações, né?

Eu já ganhei muita coisa, né? Eh, kit de churrasqueiro, faca e várias outras coisas. E às vezes também uns

coisas. E às vezes também uns presentinhos que eu não coloquei no carrinho.

Perfeito. Que isso? ativou. Que momento

que esse jogo vira, que que eu entendo que a negociação fica mais interessante, você passa também ser uma empresa de marketing de ativação.

Perfeito. É volume. A gente entendeu que o jogo do varejo ele é um jogo de volume. Então desde o começo a gente

volume. Então desde o começo a gente falou: "A gente tem que ter tem que ser grande para ser relevante. Se a gente não tem tamanho, a gente não, a pessoa nem quer sentar na mesa para conversar.

Por que que eu vou sentar com alguém que fatura 1 milhão por ano se eu posso sentar na mesa com alguém que fatura 100 milhões ou 1 bilhão? É, no Brasil, para

você ter uma ideia, tem mais de 80 rede de redes de supermercado que faturam mais que R 1 bilhão deais por ano.

Então assim, legal, tá faturando 1 bilhão, parabéns. Agora você é o número

bilhão, parabéns. Agora você é o número 80 do ranking eh Abras, né, que é esse ranking da da Associação de Supermercadistas Brasileiros. Então, é,

Supermercadistas Brasileiros. Então, é, é ser relevante. A gente tá falando de um jogo ainda maior para você ser, né, ter o que que a gente conseguia fazer, a gente ganhava o coração das indústrias.

Então, a gente tava lá na área de e-commerce, a gente era o maior, o segundo maior sempre do entre os players de e-commerce, a gente sempre tava presente, né? Então, a gente ganhou o

presente, né? Então, a gente ganhou o coração do do dos nossos fornecedores e isso ajudou muito também nesse começo a gente conseguir ter fôlego também para ter dinheiro da indústria para fazer

investimentos e crescer. Isso ajuda na margem também, né? Porque você passa a ganhar coisas que te dá mais.

Você não necessariamente você banca o seu desconto. Às vezes você pode ter uma

seu desconto. Às vezes você pode ter uma parceria com a indústria para ela bancar aquele desconto, entendeu? Então você

começa a criar esse tipo de dispositivo também.

Agora eu queria pra gente já entrar na sua nova empreitada para fechar esse assunto e parabéns, cara. Você criou uma empresa do carinho das pessoas, né? Eh,

eu não sei se você aí que tá me assistindo já pediu, cara, faça o teste lá na Vila Andrade já 9 minutos o cara apareceu lá, ele tava na moita. Não é

possível, né? Mas eu queria saber o seguinte, dentro dos mercados atuais existe a guerra das gôndolas.

Uhum.

O que é mais visível custa mais caro.

Perfeito.

Quando a gente vai para uma dark store, a gente assassina essa história.

É outra dinâmica.

Como é que faz isso? É, o aplicativo passa a ser é a girada da tela. Como é que como é que essa guerra das gôndolas vai pro app?

Você precisa, existe uma nova indústria que ela é recente chamada Retail Media, né? Que é a mídia no varejo. E aí no no

né? Que é a mídia no varejo. E aí no no negócio físico são aquelas TVs que ficam eh na que você vê passando ali alguma promoção, eh, são as pontas de gôndola que você tem ali que a pessoa paga por

aquilo. No aplicativo são os banners,

aquilo. No aplicativo são os banners, são os samplings, né, que são as amostras que a pessoa envia ali nos pedidos. Eh, são ativações daqui fazia

pedidos. Eh, são ativações daqui fazia alguma, faz ainda algumas ativações offline, né? Então, a gente organizava

offline, né? Então, a gente organizava evento, colocava lá o o nome do do parceiro dentro como um dos destaques dentro do evento. Então você cria todo um media kit dentro das suas mídias, né,

para você conseguir fazer esse tipo de trabalho. Mas é tudo isso, você precisa

trabalho. Mas é tudo isso, você precisa ter um time para fazer, né? Então a

daqui ela foi muito pioneira em criar essas mecânicas, porque ninguém no Brasil ninguém fazia isso muito bem feito, né? Poucas pessoas faziam, não

feito, né? Poucas pessoas faziam, não falar ninguém, poucos players faziam.

Então a gente foi muito pioneiro em construir isso dentro do mundo de supermercado, que era uma coisa que antes não tinha tanta visibilidade, você tinha mais em outras indústrias. E aí

casou, só para eu fechar isso, que eu precisava falar isso para vocês, assim, uma vez eu vi a história que aquelas aquela lest, né, a última milha do mercado era mais disputada

até a existência do celular, porque a gente tava ali perto do caixa e ficava olhando para tudo. Então aquele

finalzinho, além de ser, né, a Alice logo vai te dar um trabalhão quando ela começar a andar. Ela já tá andando ou não?

Ela tá já tá andando.

É, já tá andando. Menina é sempre uma ligeira. É, mas você vai ver que ali

ligeira. É, mas você vai ver que ali aquele finalzinho, a hora do caixa, é desesperador, porque é ali que fica o Kinderovo, as balinhas fin e todas as

coisas que as crianças pegam, porque ela não está ainda com o celular na mão, então ela virou o melhor cliente daquele pedaço. Há alguns anos atrás era o

pedaço. Há alguns anos atrás era o melhor momento para você vender as coisas de impulso, né? Tanto é que várias coisas de grande valor agregado

ficavam ali. Quando as pessoas foram pro

ficavam ali. Quando as pessoas foram pro celular, você passou a ficar no caixa mexendo no celular. Então a gente não liga para aquilo. É só a nossa molecada mesmo.

É verdade.

Quando a gente volta com a possibilidade de no celular, que é onde tá a principal atenção do adulto, ter esse, daí eu falei: "Cara, eles acharam o momento porque aquele negócio que vocês falam no

finalzinho é antes, quer levar mais alguma coisa?"

Pô, aquilo ali é [ __ ] cara. Você fala:

"Caramba, isso aqui é tudo que eu esqueci de".

É aquilo ali é [ __ ] porque vocês colocam a parada que é o impulso, velho.

É ali que eu levo o Kinderovo, é ali que eu levo a chocolícia, né? Porque a

chocolícia no carrinho a gente dá uma, você sente um pouco culpado, né?

É, pô, sete pau numa numa sete, qu tá oito, sei lá, quanto tá a chocolícia, você não coloca, mas no finalzinho você fala: "Eu mereço".

É verdade.

Que eu lembro essa essa jornada do mercado, né? esse sentimento. Então,

mercado, né? esse sentimento. Então,

parabéns para todo mundo que trabalhou nessa frente.

E e você sabe, Gustavo, que é muito legal que hoje eu faço muitas palestras, né, em muitos lugares, né? Vou sou

mentor aí de escola de negócio e é muito legal quando eu tô conversando com o público, fala: "Pô, quem aí já conhece a daqui?" Daí metade da sala levanta a

daqui?" Daí metade da sala levanta a mão.

O que que vocês tm tem alguma coisa a dizer? É, todo mundo, pô, cara, tive uma

dizer? É, todo mundo, pô, cara, tive uma experiência muito boa. É muito difícil alguém virar e falar: "Pô, cara, isso aí não gostei muito não". E e eu já vi trabalhei em outras empresas, né, que o

nível de serviço não era tão bom e sempre tinha alguém reclamando. Então é

muito legal você ver que o que você fez, né, o que você colocou de pé, realmente atingiu aquele objetivo que você tinha envisionado lá atrás antes de ter qualquer coisa.

E a tese deu certo. Agora, pra gente fechar, em termos de capilarização dentro desse país continental, a daqui eh se estabilizou mais na região

Sudeste, já tá a nível Brasil. Onde

estão essas 40 stories?

Ó, a gente, quando a gente começou, a gente abriu é São Paulo, Rio e BH, o Minas, né, os estados, em 12 cidades, tá?

E daí depois a gente depois quando a gente teve esse movimento de busca por eficiência, né, ali quando mudou o jogo de de venture capital, a gente fechou alguns, teve que fechar alguns mercados que ainda não estavam na no nível que a

gente queria e infelizmente a gente teve que fechar o estádio do Rio de Janeiro, tá? Então, hoje temos operação em São

tá? Então, hoje temos operação em São Paulo, em Minas, eh, em Minas, muito forte na região metropolitana e algumas cidades do interior aqui em São Paulo, em Minas também na região metropolitana

como um todo, tá? Então, hoje o footprint da daqui, que são esses lugares que a gente atende, são esses.

Mas existem planos aí pro futuro que eh o desenrolar aí do do ano, a gente vai ter aí algumas novidades.

Eu errei o nome de propósito nesse final. Dak.

final. Dak.

Boa. Deixa eu falar essa história.

É, conta pra gente assim, o nome da daqui é veio é é rápido porque é daqui, né? É perto. Então a

gente a gente tinha esse modelo de dark story, a gente entendeu isso. Então

sempre foi daqui, mas daí o todos os entregadores chamavam de DAC e a gente não entendia. A gente falou: "Pô, mas

não entendia. A gente falou: "Pô, mas DC, tipo, a gente tá sempre tá falando daqui, mas é porque quando ele ligava lá no no pro cliente, né? Ah, de quem que é falar com porteiro? Ah, é daqui, mano.

Daqui de onde? Não, a gente começava a falar do DCK, entendeu? Então começou a ter esse entre

entendeu? Então começou a ter esse entre os entregadores eles chamavam de DC.

Na verdade, o porteiro que estragou o nome do Brandy. Pô, galera,

[ __ ] mano.

Mas a gente, ah, cara, a gente tá tudo bem. Tá comprando a cliente, tá tudo

bem. Tá comprando a cliente, tá tudo tranquilo.

Não, até você chegar aqui para mim era DAC, porque o meu porteiro tornou-se DC, né?

Agora, cara, vamos falar da nova empreitada. Boa.

empreitada. Boa.

Em 2024 você faz um descolamento.

Uhum.

Você não tá mais no corpo executivo.

Perfeito.

E você passa a ser investidor.

É, eu sigo como sócio, né, dentro do programa tem lá minhas ações. É isso.

Como sócio. Isso. E aí, como é que funciona a mente de um cara de 24 a 25 de o que fazer, o que não fazer? A

família achou que você tava rica, estourou no norte. como que como que funciona os bastidores de alguém que tem algo que foi realmente construído e tem sucesso?

Perfeito. É muito diferente assim, né?

Então, quando você, para mim foi um um desafio porque quando você faz alguma coisa que chega um reconhecimento, você sai no jornal, tem várias, né, eh,

coisas interessantes, todo mundo pensa que você é estourou, né? Você já deu certo para sempre.

É o primo rico.

É o primo rico, né? É, os o pessoal fala: "Ah, pô, imagina você ser primo de uma roja e tal". Daí você tem que eu falar: "Cara, se você vê a realidade, o empreendedor, né, de venture capital,

ele capitaliza bastante mesmo quando tem uma saída do negócio, né? Então é quando alguém compra a empresa ou a empresa faz um IPO, então ou uma saída privada para alguém ou uma saída pública, né, que é

um um IPO. antes disso, antes de um evento de liquidez, você não tem eh tanto, né, dinheiro, né, acontecendo ali no meio do caminho. Então, eh se a empresa ainda não foi vendida, que é o

caso da daqui, você tá numa condição, tô tô tô bem, tô confortável financeiramente, mas não é que eu preciso parar de trabalhar. E o risco é iminente ainda, como só total o negócio, o negócio tem que, né,

prosperar, mas tá crescendo, tá cresceu mais de 50% esse ano, assim, o negócio tá voando, né, quase um bit de faturamento, então tá, tá tudo bem,

mas tem essa questão, né? E e quando você faz algo que teve muita notoriedade, né, vou falar sucesso, porque eu acho que a daqui é um case de sucesso, você fica, você se coloca uma pressão

que, pô, e o que que vai ser o meu próximo negócio, né? Se eu quero abrir um negócio que, pô, será que eu posso voltar pro mercado? Porque, pô, o cara já empreendeu da agora vai voltar pro

mercado. Ih, tá [ __ ]

mercado. Ih, tá [ __ ] Difícil. [risadas] Exato.

Difícil. [risadas] Exato.

E eu não tenho problema em, eu não teria problema em voltar pro mercado. Para mim

isso é uma coisa super tranquila. Mas ao

explorar as minhas possibilidades, eu vi que o o que tinha mudado em mim, que é o bichinho do empreendedorismo, que me picou, eu falei: "Cara, eu acho que eu

não consigo mais, porque eu eu fiquei meio chato, eu tô muito exigente, eu quero fazer as coisas do meu jeito, eu quero ter o meu time, eu quero fazer tocar minha banda do a minha música na

banda". E eu acho que entender esse

banda". E eu acho que entender esse processo foi uma coisa que levou um tempo, né? Eh, e aí depois eu comecei a

tempo, né? Eh, e aí depois eu comecei a explorar algumas algumas coisas. Uma

semana depois que eu saí oficialmente da daqui, eh, eu descobri que eu seria pai da Alice. Tá normal. Parabéns.

da Alice. Tá normal. Parabéns.

É uma das coisas mais é a coisa mais incrível da nossa vida.

Impressionante. Olha, eu eu falo muito que assim, não existe nenhum sucesso profissional que seja nem remotamente próximo do que o sucesso que eu sentir ao eu me tornar pai.

É isso aí.

Então, e para mim, troco tudo. Ser pai é incrível. E assim, acho que todo ser

incrível. E assim, acho que todo ser humano que puder deveria ter essa experiência, porque ela é realmente transformadora. Eu eu até fazer um

transformadora. Eu eu até fazer um parêntese disso aqui, cara, porque eu acho que é muito importante. Muitas

pessoas adiam muito a paternidade, a maternidade, né? Ter a a a a ter filhos,

maternidade, né? Ter a a a a ter filhos, porque elas querem focar na carreira.

Uhum.

E e aí você acaba tendo filho um pouco mais velho, que foi um pouco do meu caso, né? Eu tive filho com 33.

caso, né? Eu tive filho com 33.

Eu também fui com 33. E e pô, hoje eu olho, eu falo: "Cara, se eu tivesse tido, se eu tivesse tido antes, teria sido melhor ainda, porque eu quero ter mais filhos".

E aí, pô, já não tem tanto tempo mais para, né? Minha esposa, ela é mais velha

para, né? Minha esposa, ela é mais velha do que eu. Então, assim, a gente não tem mais tanto tempo para ter biologicamente começa a ficar mais complicado, né? Então, eh, às vezes a gente posterga

né? Então, eh, às vezes a gente posterga uma decisão esperando que você vai ter mais dinheiro, mais sucesso, que aquilo ali, cara, nunca vai ter a hora certa. É

igual empreender. Se você achar que vai, a sua vida vai ficar mais fácil, mais você vai ter mais tempo. Cara, quanto

mais você cresce na carreira, mais difícil fica, cara. E vou te contar um negócio. A, o

cara. E vou te contar um negócio. A, o

filho vem com o pãozinho debaixo do braço.

Exato.

Se todo mundo soubesse disso, começavam mais cedo.

Exato. E assim, quando você tem filho, a tua determinação para fazer as coisas darem certo, ela multiplica por 10.

Sim.

Por quê? Eu tô deixando de estar com com a minha família para est fazendo isso aqui. Então, meu amigo, isso aqui tem

aqui. Então, meu amigo, isso aqui tem que virar e tem que virar para ontem, porque eu não vou medir esforço para fazer resolver isso aqui o mais rápido possível para eu conseguir passar mais tempo com a minha família. Então, você

vê que tudo que você construiu de carreira até ali torna-se insignificante num de uma hora para outra. Então, para

mim esse esse momento da paternidade foi um ah moment, um moment assim, tipo, nossa, mudou a minha cabeça 100%. E você

curtiu a barriga bem ali com a sua esposa, a Juli Ana. Juliana. E aí a gente foi incrível, pude passar dois anos, né, mais próximo da minha filha, trabalhando num ritmo um pouco mais light, enquanto eu explorei algumas

teses. Mas chegou aqui no final de 25,

teses. Mas chegou aqui no final de 25, começo de 26, eu tava pensando, eu falei: "Cara, eu acho que e eu explii uma tese de e-commerce, acabou não dando muito certo. Eu vendi esse negócio no

muito certo. Eu vendi esse negócio no final de 25 e aí chega em 26, final de 25, na verdade, eu eu eh mentor ali em algumas escolas de negócio, eu falei:

"Cara, eu acho que tem uma e eu eu gostei muito de do assunto empreendedorismo. Eu a minha trajetória

empreendedorismo. Eu a minha trajetória foi muito legal. Eu queria, eu tinha um desejo muito grande de compartilhar isso com mais gente. E eu sempre tive esse desejo de compartilhar esse conhecimento, né? Quando eu me tornei

conhecimento, né? Quando eu me tornei professor na Links of Business, né?

Mentor lá do G4 Educação, eu tinha eu fui por esse desejo de compartilhar as minhas experiências. Então foi não foi

minhas experiências. Então foi não foi pelo dinheiro, foi por tá ali com dividindo a minha experiência, feedback, né? Essa, exato. Eu falei:

feedback, né? Essa, exato. Eu falei:

"Cara, eu eu quero fazer mais disso.

Essa é a coisa que eu faço, que eu me energizo mais fazendo." Então, eu pensei em criar conteúdo, né? Eu pensei em criar um curso online, tinha mais ou menos isso. E aí conversando com um

menos isso. E aí conversando com um amigo que tinha trabalhado lá na Link junto comigo, que é o Edu Camargo, que hoje é meu sócio, ele falou que ele tinha uma mentoria para ajudar empreended, pessoas que queriam empreender a colocar seus negócios de

pé. Eu falei: "Pô, legal isso aí. Acho

pé. Eu falei: "Pô, legal isso aí. Acho

que a gente tem espaço aqui pra gente juntar forças e montar alguma coisa em conjunto, porque eu quero criar esse conteúdo para empreendedor e você já tá fazendo isso de alguma maneira mais estruturada.

E dessa mistura, né, isso foi final de 25, comecinho de 26, a gente estrutura isso, né? E disso surge a Mauna, que é a

isso, né? E disso surge a Mauna, que é a minha empresa. E e assim, e o objetivo

minha empresa. E e assim, e o objetivo da Mauna é ser um ecossistema empreendedor. A gente é um ecossistema

empreendedor. A gente é um ecossistema empreendedor. E a a nossa missão é a

empreendedor. E a a nossa missão é a gente ajudar pessoas que desejam empreender a criar negócio de sucesso com uma metodologia validada já na prática, não só pela pela experiência

que a gente teve, né, ensinando as pessoas, mas pela jornada que a gente teve, né? Então é prático o máximo que

teve, né? Então é prático o máximo que pode ser.

E nosso foco é o empreendedor, é que a gente chama de oportunidade, que é o tem o de necessidade, que é aquela pessoa que empreende ali por se sustentar. e o

de oportunidade, alguém que já tem ali um sucesso profissional, já tá ali num momento confortável de vida, mas que olha para si e fala: "Eu posso mais do que isso, eu consigo gerar um um nível

de riqueza e de valor agregado que hoje eu gero pr pra empresa para eu mesmo.

Porque afinal se você é tão bom assim, né, e a empresa te contratou, é porque você é bom. Então por que que você não usa essa energia para si mesmo e para consom falou perfeito? Então assim, esse é o

falou perfeito? Então assim, esse é o essa foi a faísca que a gente teve, o Insight, isso foi, a gente lança a empresa 25 de fevereiro pro público, né,

a Mauna e a nossa primeira turma começou dia 27 de março. Então, cara, foi uma loucura, a gente colocou isso de pé, bootstrap total, a gente com nosso dinheiro fez acontecer, foi um sucesso tremendo.

E hoje estamos ali no meio da primeira turma, já pensando na segunda turma, a gente já inclusive tá com as inscrições abertas aí. Quem quiser se inscrever aí

abertas aí. Quem quiser se inscrever aí vai até começa dia 29 de maio, né? Então

vamos colocar o link na descrição aqui.

Legal, agradeço. E mas mais do que isso, né? É, é você vê que esse esse de novo,

né? É, é você vê que esse esse de novo, aquela visão que a gente teve de ajudar as pessoas de a a lá atrás, né? tipo,

quero ajudar, quero contribuir, você converter essa esse sonho, essa ideia em realidade, em resultado. Então isso isso tá a gente tá vivendo o nosso próprio processo que a gente ensina. Então tá tá super bacana.

E e é interessante, cara, que o nome Maunna, isso que eu ia falar, você arrumou mais um nome que eu eu ia chamar de Mauna, né? Tem muita gente que que fala Mauna

né? Tem muita gente que que fala Mauna mesmo.

E mas a Mauna ela foi inspirada na Mauna Kare, que é pra surpresa de muitas pessoas aqui a maior montanha do mundo.

Não, não é o Evereste. A Maquel ela tem quase 100 m a mais do que o Evereste.

Mas ela tem uma peculiaridade que 60% dela fica abaixo do nível do mar.

Ah, e a gente achou que assim, primeiro incrível, né, que a gente nunca tinha ouvido falar mal, nem a gente descobriu, a gente pô, que legal. E 60% é abaixo do do nível do mar. E a gente achou que essa seria uma metáfora perfeita pro

empreendedorismo, que a gente usa o iceberg, né?

É exato. Então, cara, você vai fazer a maior parte do que você vai fazer, ninguém vai ver. E aí quando você já passou mais da metade do caminho, aí sim que a galera começa, né? você começa a

ter eh visibilidade. Em outro ponto também é que dificilmente alguém sobe uma montanha sozinho. Você normalmente

busca ajuda e a gente na Ma a gente se propõe a ser esse guia na jornada empreendedora das pessoas e se posicionar dessa maneira. Então, pô, tá super legal, uma experiência nova,

estamos gerando aí e valor aí pr pras pessoas e, pô, estamos super empolgado aqui com PR. Legal que vocês podem ter o

PR. Legal que vocês podem ter o uniforme, as paradas todas relacionadas a montanhismo, né?

É, é muito legal. A gente tá mandou fazer um mosquetão pr galera.

E aí eu tava falando para você em off aqui que assim, eh, não dá pr subir uma montanha sozinha e tem um desbravador que é o cara que bota os ganchos, os mosquetões né?

Que na maioria dos casos esses caras acabam até morrendo porque são os caras que desbravam as montanhas, né? Para

depois alguém poder seguir essa trilha.

Então tem muita coisa que dá para vocês brincarem com com esse termo, né? É foi

muito legal assim a construção, criar uma marca é complexo, mas quando você faz assim, você vai muito profundo para fazer, é muito legal, porque você consegue falar sobre isso para sempre.

Agora, cara, eh, a gente entende que existe alguns caminhos para seguir, mas a gente já até falou, né? Se eu se eu pegasse a tese da da AC aqui, eh, eu poderia transformar ela duas vezes maior

e eu também poderia transformar numa catástrofe, né? Não, não, o playbook ele

catástrofe, né? Não, não, o playbook ele não, ele não é tão certo, né? Tem uma

parte psicológica e tem um agravante que acho que o Edu, seu sócio vai concordar também, eh, que grande parte do que tá debaixo dessa água, desses 60%, é solitário.

Então você tá ali meio que desbravando sozinho, né? A gente fala muito aqui no

sozinho, né? A gente fala muito aqui no empreend chorar no banheiro, né? Chorar

no banho, é você e a água ali, né? E e ali acho que é alguns momentos que a gente pensa em implodir, né? Apertar um botão. Não

tem um dia, acho que da minha vida empreendedora, que eu não penso apertar um botão e fala: "Mano, vamos zerar e vamos vamos pro cobertor quentinho, né?

Vamos pro VR". Eu sinto tanto vontade de VR.

Por que que eu tô fazendo isso comigo, né?

É, como é que constrói isso? Porque eu

entendo que o o empreendedor de oportunidade, ele tem escolhas e se ele poder voltar pro cobertor quentinho, se ele tiver no começo, ele volta. Vocês têm ali uma

missão de de pegar na mão do cara e falar: "Pula, pula que a piscina tá da hora".

Como que constrói isso? Porque tem uma parte psicológica forte aí.

Tem assim, a escolha de o desejo de "Eu quero empreender, ele precisa estar presente na pessoa, tá? Então, a gente já busca pessoas que têm esse desejo.

Então, o que a gente faz é amplificar esse desejo, é mostrar pras pessoas que quando você tá empreendendo, você consegue construir tanto a renda, né,

que é o salário que você pinga todo mês, como também patrimônio. Porque quando

você constrói uma empresa que fatura 10 milhões, essa empresa tem um valor intrínseco a ela da casa de dezenas de milhões também. Então isso e você

milhões também. Então isso e você consegue construir renda e patrimônio ao mesmo tempo. Então isso já é uma coisa

mesmo tempo. Então isso já é uma coisa interessante. Então a gente tem várias

interessante. Então a gente tem várias assim como is que eu acabei de falar, você tem diversos elementos que a gente vai batendo ali, né, ao longo da pessoa,

a liberdade, a vontade de colocar a sua personalidade, ideia, os seus sonhos pro mundo. Então tudo isso são coisas que

mundo. Então tudo isso são coisas que estão ali nesse caldeirão do da cabeça do empreendedor para ele dar esse primeiro passo. O que a gente faz é

primeiro passo. O que a gente faz é tornar esse primeiro passo mais fácil.

Você não precisa é abandonar o seu emprego, pular de cabeça ali no para começar a empreender, não. Você pode dar um primeiro passo. Deixa eu te mostrar o que que é empreender. Deixa eu te

mostrar a metodologia para você fazer isso e mitigar todos os principais riscos e essa jornada, ela não ser uma jornada tão arriscada para você, né?

Então a gente criou esse essa metodologia empreendedora, que ela é um pouco incomum, né? Ela parte ali de uma do primeiro de um processo de ideação que você vai entender qual que é a ideia que faz mais sentido para você com base

nas suas habilidades e a partir disso gerar uma lista de ideias. E com essa lista de ideias,

ideias. E com essa lista de ideias, depois você vai eh escolher algumas com a parte de vários filtros que a gente aplica. E essa ideia que você escolheu

aplica. E essa ideia que você escolheu que faz sentido para você agora, legal, muito bacana que você achou essa ideia interessante. Agora vamos colocar ela

interessante. Agora vamos colocar ela para validar. Então a gente vai bater

para validar. Então a gente vai bater nessa ideia de todos os jeitos até essa ideia que antes era uma ideia mais fraca se tornar uma ideia forte. E aí com essa ideia forte e validação do mercado. E o

que que é validação? Alguém fazendo Pix na sua conta. Então, a pessoa pagou pelo seu produto, nem sempre você vai conseguir testar 100% da sua ideia, mas você consegue testar elementos dessa sua

ideia. E com esse teste aí sim você já

ideia. E com esse teste aí sim você já tem eh uma ideia interessante que passou por vários filtros, você já tem um cheiro inicial ali de tração, você tá

você fica muito mais confortável de dar esse passo empreendedor. E o mais interessante, você não tá sozinho nessa jornada, você tem uma turma inteira de pessoas que estão no mesmo momento que você. Então, esse choro no banheiro

você. Então, esse choro no banheiro sozinho, às vezes vai virar um choro dentro de um grupo de WhatsApp que todo mundo fala: "Pô, cara, entendo, também tô nessa aqui". E mais do que isso, a

gente tem uma rede de mentores. 100% dos

mentores da Maun, eles são empreendedores. Então são pessoas que já

empreendedores. Então são pessoas que já passaram por toda essa jornada empreendedora e que estão ali para compartilhar as vivências deles e que, né, tudo, toda a experiência que eles

tiveram ao longo desse processo. Então,

a gente entendeu que o o conteúdo, a parte de ensino, ela é muito importante, a parte de comunidade também é muito importante, essa parte desse acompanhamento próximo de mentores

também faz toda a diferença. E também a gente entendeu que você tem uma parte tecnológica de apoios, ferramentas, eh, serviços, uma série de coisas que a

Mauna fornece pro pro empreendedor para ele não gastar tempo com coisa, por exemplo, ah, preciso alugar o meu laptop. Pô, a gente já tem um fornecedor

laptop. Pô, a gente já tem um fornecedor para fazer isso para você. Ah, vou abrir uma empresa. Legal, a gente já tem quem

uma empresa. Legal, a gente já tem quem abre a empresa para você. Inclusive é de graça pro cara da mauna. É

contabilidade, né? já tem um parceiro de contabilidade que te dá três meses grátis de paraa contabilidade. Então,

todos esses benefícios quando você tá começando fôlegos cara, isso isso você ao invés de você gastar energia com essas coisas que são importantes, mas que no fim do dia não agregam tanto valor pra tua tese, você

gasta pensando em como que você refina o teu negócio e torna esse negócio um um bom negócio. E não é, ah, é, é só

bom negócio. E não é, ah, é, é só startup, não. Nosso objetivo é ajudar o

startup, não. Nosso objetivo é ajudar o empreendedor a colocar o negócio dele de pé. multimercado, tem pessoas de todos

pé. multimercado, tem pessoas de todos os tipos, tem gente de 19 há mais de 50 anos dentro do programa, então é uma turma bem variada e o nosso objetivo é

conduzir essas pessoas ao longo dessa jornada empreendedora e ser o guia delas ali nessa trajetória.

Você fez pretec ou não?

Não fiz, tá? Acho que é legal vocês conheceram

tá? Acho que é legal vocês conheceram pretecraia, é uma aplicação há mais de 100 anos da ON, etc. E ali eu eu senti muito próximo

você falando, só que o Impretec ali tem eh um mundo de 100 anos, né? Eu entendo

que vocês estão pegando o tudo que é oxigênio novinho, água limpinha, né?

E e tem uma diferença grande que o Impretex tem que est full time, né?

Isso. Isso tem umas doideiras lá, meio encontro dos jovens também, você não pode contar o que rola e tal.

Isso. E e a gente entendeu que o nosso público principal, né, são pessoas que ainda estão nas suas atividades profissionais. a gente não demanda que a

profissionais. a gente não demanda que a pessoa precisa pular do barco de uma vez. Então ela segue lá no barco dela

vez. Então ela segue lá no barco dela onde ela tá. Esse esse salário que ela ganha, inclusive é o que vai dar o fôlego inicial para ela dentro do negócio dela. E depois que o negócio

negócio dela. E depois que o negócio começou a tracionar, aí sim ela ela pula. Então a gente estruturou o

pula. Então a gente estruturou o programa, ele tem 6 meses de duração.

Ah, legal.

Então é um tempo que você consegue tocar em paralelo com a tua atividade profissional e aí se você vê que o negócio de fato tá ganhando duração, daí você vai. Senão você busca uma outra

você vai. Senão você busca uma outra ideia. A gente tem os seis meses de

ideia. A gente tem os seis meses de conteúdo, né, e depois mais seis meses de acompanhamento. Então é um ano que a

de acompanhamento. Então é um ano que a gente fica próximo do empreendedor para garantir que vamos estar ali na trincheira junto do empreendedor para fazê-lo ter esse sucesso aí na sua jornada.

Legal. Sem contar o networking, o sócio que você acaba encontrando junto eventos. Tem muita coisa legal aqui que

eventos. Tem muita coisa legal aqui que a gente fez, tudo com muito carinho. A

gente brinca que é o que a gente queria ter feito antes de empreender. Então a

gente fez o o programa que a gente queria ter participado antes de de começar os nossos negócios.

Legal. Cara, aqui no Empreenda a gente recebe muita franquia.

Uhum.

A franquia é foi o modelo que encontraram para escalar negócios que não teoricamente não tem base tecnológica, né? Eu acho muito

tecnológica, né? Eu acho muito fantástico assim casos, né, como eh girafas, Rabibes, o próprio Rabibs é um, né, depois eu acabei não falando

contigo, mas eh não sei se você morava em São Paulo, mas teve os 28 minutos do Rabibs, que foi um sucesso na época. Eu

sei.

Eles construíram algo assim incrível e se o e se o motoboy não chegasse também você ganhava comida. Tinha umas paradas assim, mas [ __ ] é 28 minutos ficou tarde demais pro pro mundo atual que a gente

vive.

Eh, onde que eu queria chegar contigo?

Quando o cara procura uma franquia, a gente até brincava aqui, eu brinquei alguns momentos, falava assim: "Cara, tem que ver se você vai ser barriga no balcão ou se você quer comprar um cargo para chamar de seu."

Perfeito.

Que talvez o empresário se torne dono de uma franquia, diferente do empreendedor. Vocês entendem também

do empreendedor. Vocês entendem também que talvez no meio do caminho da jornada do cara, ele é mais empresário do que empreendedor. E pra galera entender

empreendedor. E pra galera entender assim, eh, tem diferença, não tem? Eu

não tô maluco, cara. Assim, tem muita gente, assim, a gente fala que a jornada de empreendela é muito individual.

Então, assim, o que é para mim não necessariamente a mesma coisa que é para você. Tem gente que quer dominar o mundo

você. Tem gente que quer dominar o mundo e ser o próximo Elon Musk. Tem gente que quer ganhar a mesma coisa que ganha ali no na atividade profissional, mas trabalhando para si mesmo. Então, a

gente fala, isso aqui é a ambição que a pessoa tem. Ela tem que construir um

pessoa tem. Ela tem que construir um negócio que seja de acordo com a sua ambição. Se e aí se dá para você ser

ambição. Se e aí se dá para você ser esse empresário ou empreendedor de acordo com o que você tá querendo fazer.

Acho que o modelo de franquia ele tem muitos pontos positivos e muitos pontos negativos, né? Os positivos para mim é

negativos, né? Os positivos para mim é você consegue meio que às vezes o exemplo clássico da franquia é o cara que é um executivo, que vem veio entender uma carreira, tá ali próximo de

se aposentar ou encher o saco ali do que ele tá fazendo no dia a dia, ele fala: "Ah, quero ter alguma coisa minha". O

que que é um primeiro passo que eu posso dar para empreender mais com menos risco, né? A franquia, de alguma

risco, né? A franquia, de alguma maneira, ela já em teoria mitigou vários riscos né?

Exato. É, é verdade.

Então, acaba que é uma maneira mais fácil de você empreender e você empreende já dentro de uma estrutura um pouco mais rígida, que quem tá acostumado a trabalhar dentro de uma empresa consegue se adequar ali. Mas,

cara, o empreendedor, a gente tava falando antes também, é alguém que não aceita a realidade que tá. é alguém que começa a ler tendências e movimentos de

mercado e começa a extrair insightes disso e começa a criar ideias diferentes do que de como o mundo poderia ser. E se

você tá numa franquia, você perde todo esse esse processo que, na minha opinião é um dos mais legais, né? Que é você se expressar pro mundo de alguma maneira através de um negócio, né? Você, pô, é

um, é incrível você virar e falar, pô, tá daqui tá lá no Brasil eu inteiro, né?

um monte de cidade, né? Eh, um monte de região aqui em São Paulo também. E você

veio a galera com a a bag daqui, eu falei: "Caramba, eu que fiz essa marca, eu eu que que fiz isso acontecer, né?

Esse orgulho que você tem de do da tua própria criação é uma coisa que o que o o o empresário de franquia talvez não tenha, provavelmente não vai ter dentro da franquia, mas é uma fonte de renda, é um

negócio mais validado, talvez um esse pode ser um primeiro passo no empreendedorismo e aí depois a pessoa vê se aquilo ali é para ela ou não. E se

não for legal, tem a franquia, tá tá rodando. Ou às vezes dá esse próximo

rodando. Ou às vezes dá esse próximo passo numa jornada empreendedora, que é de fato você ver, né, buscar uma dor, eh, entender ali um um uma dor, um sonho, uma necessidade, ver qual que é o

problema por trás, estruturar isso, né, a partir de criar hipóteses para você tentar resolver esse problema, validar essas hipóteses para de fato você começar um negócio ali para você.

Sim. Agora, Rô, eh, você e o Edu lá, vocês entendem também que vocês estão no ano mais ímpar, apesar de ser par, né, o mais ímpar de todos que já existiram,

né? Tão dizendo que a IA vai tornar os

né? Tão dizendo que a IA vai tornar os os bilionários mais rápidos da história, né? E eu sou da época que o Bootstrap eh

né? E eu sou da época que o Bootstrap eh era a ralação de registrar o domínio, fazer o site, você tinha que ser web, web design, etc.

A gente, eu não vou falar que o mundo tá mais fácil, tá? Mas a gente tá com um mundo muito tecnológico.

Uhum.

A maioria das teses e o mercado de ventor já tá colocando mais dinheiro nesse sentido. E quando tá chegando uma

nesse sentido. E quando tá chegando uma galera lá, provavelmente muitos, se não tem IA, ela faz parte do processo, com certeza.

E aí a velocidade, as coisas vão ficando cada vez mais eh a chance de comer cru, né? O apressado come cru nunca fez tanto

né? O apressado come cru nunca fez tanto sentido como o momento atual. como é que também vocês eh vão colocar essa adaptação da velocidade das da criação

das coisas, das validações das teses e também a velocidade que o cara pode colocar algo muito grandioso, muito rápido e ficar bilionário? Como é que tá isso também na na cabeça de vocês?

Boa gente entende muito que IA é uma ferramenta fundamental para todo mundo.

É igual computador, hoje todo mundo tem computador. Então a IA vai ser uma

computador. Então a IA vai ser uma ferramenta também para fazer alguma coisa. Então, e a minha visão eh eh

coisa. Então, e a minha visão eh eh sobre é exatamente essa, assim, então, dentro da Mauna a gente usa para fazer todas as apresentações, né? Então, vou

fazer uma aula, eu utilizo o IA. O toda

todo conteúdo tem um agente de A para te ajudar, né? Tem lugar que fala: "Ah, não

ajudar, né? Tem lugar que fala: "Ah, não use o chat GPT para fazer as coisas".

Não, já te dou o agente para você utilizar. Então, é diferente, né?

utilizar. Então, é diferente, né?

abordagem, eh, a gente, eh, utiliza para criar campanha de de marketing. Então, o

o que você falou é a a barreira de entrada, ela reduziu muito. Então, hoje

muito mais pessoas bem orientadas tm a capacidade de construir negócios melhores. Isso vai aumentar muito a

melhores. Isso vai aumentar muito a concorrência. Então, pessoas antes que

concorrência. Então, pessoas antes que não pensavam em empreender, hoje elas olham e falam: "Pô, eu acho que eu consigo colocar alguma coisa de pé".

Então, quando a gente pensou na Mauna, essa é uma das grandes tendências que a gente vê. Vai, vai surgir o conceito do

gente vê. Vai, vai surgir o conceito do solopreneur, que é o que você tá falando, que é o cara que sozinho vai construir o seu negócio ou com poucas pessoas ali ao seu redor. Até essa

semana saiu uma notícia de um cara que ele e o irmão construíram uma empresa que vale mais de um bi, né? Então, já

começou esse movimento. Então, o que a gente vê é a IA, ela vai ser uma grande ferramenta que vai acelerar tudo. Cara,

eu pessoalmente acredito, você tem que usar IA, cara, para resolver todos os problemas, tentar usar para resolver os seus principais problemas, né? que a

gente usa bastante no dia a dia. E mais

do que isso, né, se o teu negócio ele tem algum algum diferencial utilizando IA, cara, tua empresa automaticamente ela já tá mais bem posicionada dentro do mercado. Então, v muito isso

mercado. Então, v muito isso acontecendo.

Agora você, mas eu fico desesperado que é assim, ó. Eu trabalhei na área de inovação.

Uhum. Aí a frase out of box, né? Pensar

fora da caixa começou a ficar até chato. Então chegou

os caras do cabelo colorido, tira, tira o coelho da cartola, você precisa pensar fora da caixa. N porque teoricamente tava atrelado a uma área de inovação

trazer algo, né? Um um ali na manga e etc. Quando a gente coloca uma IA e a gente coloca todo mundo na mesma

equiparação ali, né, de de velocidade, cada vez mais o outro of box vai ser a cerejinha do negócio. Porque eu vou te

contar, eu eu já tive, cara, mais de 100 domínios, já tive um monte de ideia, eu já tentei empreender com tudo e tô ainda tentando construir a minha história.

Muito feliz em documentar a sua aqui, por sinal.

Legal. Eh, mas eu já me p num momento que eu falei assim: "Cara, tá tão fácil, tá tão absurdo que eu nem sei se tudo aquele Gustavo e todas aquelas ideias que eu tinha eram realmente legais." E

aí eu fico agora naquela ânsia de dizer assim: "Tem que ser algo muito diferente, tem que ser algo muito diferente". E aí, ao mesmo tempo, eu

diferente". E aí, ao mesmo tempo, eu fico com medo que às vezes no óbvio tem muita oportunidade. Onde que eu quero

muita oportunidade. Onde que eu quero chegar, cara? Não ficou, não ficou

chegar, cara? Não ficou, não ficou maluco não? Tá ímpar mesmo esse ano que

maluco não? Tá ímpar mesmo esse ano que a gente tá vivendo, cara? Cara, para mim assim, ninguém consegue prever como vai ser daqui a 5 anos. Ninguém tem a menor ideia. Todo mundo tá se sentindo

ideia. Todo mundo tá se sentindo atrasado, né? Todo mundo acha que

atrasado, né? Todo mundo acha que poderia estar usando mais e fazendo mais e sente que tem um grande nível de desconhecimento.

Sim.

Você pode ficar parado e não fazer nada, esperar as coisas estabilizarem ou você pode ser quem vai estar escrevendo essa nova história. A gente dentro da Mauna,

nova história. A gente dentro da Mauna, a gente quer escrever essa história. A

gente quer, cara, o que que é o que a gente tá fazendo? Esse ecossistema

empreendedor powered by AI. O que que isso quer dizer pro futuro? Então, a

gente vai começar a construir, né? Eu

não sei ainda quais vão ser os produtos, o que que vai tá tá aqui no meio, mas com certeza eu tenho se eu não utilizar no meu dia a dia e se eu não conseguir

se se eu não sei o que o que é, eu nem consigo pensar, né? Se se eu não se eu não conheço a tendência, eu não consigo ter o insight.

É, então eu preciso tá usando e tá entendendo como funciona para eu conseguir explorar mais e esse negócio e para depois ter, beleza? dado essa

tendência, qual é a consequência disso?

O que que é o próximo passo que eu consigo pensar e qual é o próximo problema relevante que vai ser resolvido utilizando isso? E aí depois é um outro

utilizando isso? E aí depois é um outro ponto que eu já falei aqui nesse nosso papo, que é você entrar em movimento. Se

você ficar esperando, sim, alguém vai fazer.

A água bate na bunda, né? Você não pode deixar.

A gente brinca, todo mundo fala: "Ah, eu já tive a ideia da Uber". Legal. Muita

gente teve a ideia da Uber. Muita gente

teve várias ideias, né? Inclusive o ano que a Uber é lançada, se você olha os três, qu anos seguintes, mais de 50 empresas exatamente igual da mesma tese,

surgem ao longo ao redor do mundo inteiro. Não é a ideia necessariamente.

inteiro. Não é a ideia necessariamente.

Eu, como quando eu falei da Z, que acho que é o espírito da época, tá todo mundo olhando pra mesma coisa, né? Na ali em 2009, 10, que a época da Uber, é, tem smartphone, tem internet 3G e tem GPS.

Que que a gente faz com isso? Que que dá para fazer? Sim,

para fazer? Sim, pô, mobilidade é uma coisa que faz sentido. Entregar comida por aplicativo

sentido. Entregar comida por aplicativo também é uma coisa que faz sentido. Daí

passa um tempo, ah, fintec, app, os apps começam a ficar mais, ah, criar um aplicativo de banco digital é uma coisa que faz sentido, começa a surgir um monte ao redor do mundo.

Então, o que que essa nossa Z guysi hoje tá possibilitando a gente de fazer diferente de tudo que já existe? Não

precisa ser uma grande diferenciação. Se

você começar a se colocar em movimento em alguma direção, você vai entender muito sobre o que que tá acontecendo.

Porque o empreendedor, ele é quem tem a melhor visão do que tá acontecendo no mercado, porque ele tá operando ali. Eu

em algum momento, eu fui, se não a pessoa, mas uma das pessoas que mais sabia sobre entrega de supermercado online no Brasil. Por quê? Porque eu

tava ali na crista da onda operando, eu tava sentindo os problemas, eu tava vendo o feedback dos clientes. Se você

tá assim em relação ai, a chance de você ser um vencedor ou alguém que criar algo totalmente novo que ninguém tá fazendo, ela é muito maior. Não necessariamente

você vai dar o primeiro passo, correto, mas ao se colocar em movimento, o caminho ele vai se revelando para você.

Sim. Então, quando você se põe em movimento, ao dar o passo, o caminho quase que se faz embaixo do teu pé e aí você vai avançando. É assustador de alguma maneira,

mas eu eu acredito que esse é o caminho para você. Não precisa você não precisa

para você. Não precisa você não precisa necessariamente criar algo novo de partida. É importante você criar algo

partida. É importante você criar algo relevante que tenha demanda, que tem atração, daí você começa a andar. Se

isso aí vai ser o teu negócio final ou não, a gente não sabe, mas só de você tá ali, você já tem um diferencial grande dentro do mercado.

E o que eu acho que imagina que seria o o lance é ser ágil, não ser rápido, né?

Porque agilidade é diferente de rapidez, né? Não só na nas metodologias, mas

né? Não só na nas metodologias, mas também a agilidade é saber e se adequar rapidamente, né? A termoplasticidade que

rapidamente, né? A termoplasticidade que a gente fala, tá lendo os movimentos do mercado, quais são as tendências, o que que tá acontecendo, qual é a novidade, né? Eu acho que você não pode se perder

né? Eu acho que você não pode se perder em só fazer isso. Você tem que ter momentos de imersão e pesquisa que você vai lá, entende, aprofunda e tira um

insight de uma tese ali que você tá fazendo. Coloca isso para rodar e depois

fazendo. Coloca isso para rodar e depois você vê, cara, surgiu alguma coisa nova e você vai ajustando esse ciclo. Esse

ciclo antes levava um, do anos, agora tá levando um, dois meses.

Sim, né? Então é importante você e tá

né? Então é importante você e tá equilibrando esse ponto da pesquisa, da execução, validação da tese, criando ciclos rápidos de aprendizagem também para você.

Tanto é que a gente tá falando de uma empresa que nasce em 25 de fevereiro, né?

Isso.

A gente tem aí pouco mais de 45 dias de existência né?

Isso.

Que que você planeja para 2026, quando você senta lá com o Edu, como é que tá?

Tá na segunda turma? Quantas turmas vão rolar esse ano?

Olha, o nosso planejamento ele ainda é confidencial, né? a gente tem um plano

confidencial, né? a gente tem um plano de chegar aí eh a um faturamento de pelo menos 5 milhões nesse primeiro ano.

Legal.

Então já é se chutar a bola lá na frente de alguma maneira ali pra gente. Eh, mas

mais do que isso, é mais do que o o o a meta ela te ajuda a gerar movimento interno, porque é o que que eu preciso fazer para chegar nesse faturamento? E

você começa a pensar de trás para frente, né? Eu quero esse objetivo, o

frente, né? Eu quero esse objetivo, o que que eu faço para atingir esse objetivo? começa a te dar ideias e você

objetivo? começa a te dar ideias e você vê se essas ideias elas cabem dentro da realidade. É assim que você planeja um

realidade. É assim que você planeja um business plan. Então esse é o objetivo.

business plan. Então esse é o objetivo.

A gente vai se estruturar para fazer isso acontecer. O programa a ideia,

isso acontecer. O programa a ideia, provavelmente a gente vai ter mais turmas ao longo do ano. A gente ainda não sabe necessariamente quantas, mas vamos ter outros produtos aqui que também vão compor essa experiência. Ah,

quais produtos? A gente tem algumas hipóteses de produto, tem alguns produtos que a gente já desenhou, mas o nosso foco do momento é entregar a a qualidade do que a gente se propôs a fazer.

Então, de novo, eu quero criar um negócio reconhecido pela qualidade. Eu

quero ser o melhor no que eu faço.

Então, vou trabalhar muito para tornar isso realidade. E eu tenho um desafio

isso realidade. E eu tenho um desafio comercial de encher aqui, né, a segunda turma. Então, eu sou muito eh eh o o

turma. Então, eu sou muito eh eh o o foco ele eu acredito que ele ele é a coisa mais importante, cara. Definir

prioridade é a coisa mais importante junto com o recrutamento que o empreendedor tem que fazer. Se você tem um empreendedor que recruta muito bem, define prioridade muito bem, a chance do negócio dele dar certo é muito grande. E

eu acho que esse é são duas coisas que é o que toma mais tempo hoje o nosso, né?

Então essa semana a gente tá trazendo mais pessoas pro time, né? Então tá

reforçando o time e é definir muita clareza, com muita clareza o que que a gente vai fazer ao longo dos próximos três meses. Planejar

muito mais do que isso no começo é besteira. Porque você, a única certeza

besteira. Porque você, a única certeza que eu tenho é que vão surgir coisas muito interessantes que vão mudar a nossa maneira de entender. A gente ainda tá absorvendo informação sobre o mercado. Então, não posso me comprometer

mercado. Então, não posso me comprometer que eu vou criar alguma coisa já em Q3, né, o terceiro trimestre ou quarto trimestre. Nosso foco tá próximos três

trimestre. Nosso foco tá próximos três meses. O que que a gente vai fazer? A

meses. O que que a gente vai fazer? A

gente tem muita clareza, energia aqui pra execução, porque senão você fica viajando e você não entrega nada assim.

Então, a gente tem essa clareza muito forte, é, como empreendedor para conseguir dar esse próximo passo.

Agora, me diz o seguinte, como que é o formato? Eu pago como membro? É

formato? Eu pago como membro? É

recorrente? É um é um valor fechado?

Como é que funciona para eu ser um um participante?

Parcipante? Boa. O programa ele hoje ele até dia 30 de abril ele tem um preço promocional, ele é 25.000 à vista ou se você quiser parcelar, tem ali as condições de parcelamento, que

basicamente repassa os juros ali pra pessoa e a partir do dia primeiro de maio, ele vai pro preço de face dele que é 36. Então, eh, você consegue por por

é 36. Então, eh, você consegue por por esses 12 meses, né, seis de conteúdo e seis ali de acompanhamento que você vai ter ao longo do processo.

Legal. Então, a gente fala, cara, é mais barato você fazer uma pós-graduação ali que muitas vezes é duvidosa, o que vai te ajudar em relação a a empreendedorismo.

E você vai ter contato ali com toda essa experiência de quem já construiu empresas, startups e negócios, né? Você

pega a minha experiência do Eduas décadas aí construindo coisas aqui, né? Eh, no Brasil e no mundo inteiro.

né? Eh, no Brasil e no mundo inteiro.

Agora me diz o seguinte, que que rolou dessa primeira turma? Tá rolando, que que apareceu? Que que dá para abrir, né?

que apareceu? Que que dá para abrir, né?

Boa.

Eh, e até porque uma ideia só uma ideia, né? Acho que a galera perdeu aquele medo

né? Acho que a galera perdeu aquele medo de contar a ideia, né? Porque a gente já deixou claro que a execução é o grande lance. Mas que que rolou aí? Que que

lance. Mas que que rolou aí? Que que

foram as surpresas dessa primeira turma?

Olha, para mim a principal foi e que assim a gente queria muito fazer, mas quando você faz, você dá uma tranquilizada, né? que é você criar uma

tranquilizada, né? que é você criar uma turma com muita qualidade. Então, o

feedback uníssimo que a gente tem é que a qualidade da turma é muito boa. Então,

as pessoas elas estão felizes de fazer parte daquele grupo.

Legal.

E eu acho que a gente tem um ticket, né, acima do que um ticket de um curso online, alguma coisa mais e eh simples ali de você fazer. Isso já dá uma bela

filtrada e 100% do das pessoas, elas fazem uma aplicação para o programa, não é? Eu vou lá, paguei e vou

é? Eu vou lá, paguei e vou cheirar take my money e me coloca aí, né?

Exato. A gente faz uma seleção dos participantes pra gente garantir que as pessoas estão no momento correto da jornada empreendedora, né? Porque se eu já tenho ali um negócio que tá operando

lá na frente, eu vou estar lá na turma com uma galera que tá começando a empreender agora, entendeu? Então não dá para eu ter essa pessoa. Então a gente garante que tem ali pessoas que, né, que

estão na mesma na mesma sintonia e que tem esse desejo de est próximas ali, né, para fazer isso de fato acontecer.

E a graduação vai ser no Mosquetão.

Então vocês vão fazer tipo taquil de ouro, de prata ou dei.

Já tô dando umas ideias aqui. Se tiver

vaga de marketing lá, ó. [risadas]

Muito bem. Agora me me diz o seguinte pra gente fechar que eu tenho que te liberar que você tem mais um monte de compromissos, cara. Eh, essa temporada para todos os

cara. Eh, essa temporada para todos os participantes, eu perguntei, eh, eu pedi para ele uma mensagem para quem tá querendo jogar a toalha nesse exato momento. Tem alguém desistindo.

exato momento. Tem alguém desistindo.

Uhum.

É triste, mas tem mais gente desistindo do que continuando, né? E tem gente que vai se readequar e tem gente que vai se reciclar. Mas eu queria que você

reciclar. Mas eu queria que você deixasse uma mensagem para quem tá pensando em desistir agora e depois compartilhasse um perrengue seu e como é que você saiu do outro lado.

Boa, cara. empreender

é um ato de fé também, como eu falei, né? A primeira pessoa que você tem que convencer a você mesmo.

Então, acho que o que a gente faz na mão n é ajudar as pessoas a se convencerem e ter essa certeza muito forte. Mas mesmo

quando você tá convencido, você vai ser testado. O mundo ele vai te bater. Tem dia que você vai parar ali,

bater. Tem dia que você vai parar ali, você vai falar: "Cara, deu tudo errado. A gente não vai conseguir". E e sempre quando isso

conseguir". E e sempre quando isso acontece, eu eu olho para trás e vejo, olha tudo que eu já construí.

Por que que não vai dar certo? O que que me diz que não vai dar certo? Eu sempre

consegui fazer, sempre entreguei, sempre fui atrás do que eu acredito. Então acho

que primeira coisa é você ter essa fé de que vai dar certo, né? Quando a gente começou a mal, a gente tinha um objetivo grande para fechar a primeira turma que falei: "Cara, não sei se vai dar". Ele

me perguntava: "Por que que eu não sei se vai dar?" "Ah, porque falta isso.

Então vamos aumentar isso aqui para garantir que vai dar." Então, se tem alguma coisa que te provoca esse medo de que você não vai conseguir alcançar o seu objetivo, especifica esse medo e

cria um plano de ação para você resolver esse medo. Às vezes você só tá cansado.

esse medo. Às vezes você só tá cansado.

O cansaço ele gera muito pensamento negativo.

Uhum.

Eu eu brinco que para você ser eh em para você entregar em alta performance, você precisa também descansar em alta performance. É por isso que amanhã às 8

performance. É por isso que amanhã às 8 horas eu vou fazer uma massagem. Por

quê? Porque, cara, minha minha rotina tá muito intensa, tá até com a garganta meio ruim, meu, preciso me cuidar. Se eu

não tô bem, como é que eu vou entregar o meu melhor pras pessoas? Como é que eu vou entregar o meu melhor pro trabalho?

Então, acho que primeiro é ver se primeiro você não tá cansado, se você tá querendo desistir ou você só tá cansado.

É, então, pô, se é querendo desistir, se pergunta por que que você quer desistir, o que que tá acontecendo e que tá te gerando esse sentimento? mapeia isso,

entende profundamente qual que é a raiz desse desse dessas desse sentimento e cria um plano de ação para resolver. Eu

faço assim, então várias vezes eu eu me pego, falo: "Pô, cara, não vai dar. Pô,

Rodrigo, mas por que que não vai dar?

Que que tá faltando? Ah, não tá faltando o canal de de vendas. Então, beleza,

então vamos puxar canal de vendas.

Então, vamos lá, vou fazer parceria com a galera, vou fazer evento, vou vamos movimentar isso aqui para fazer acontecer. E a gente fez acontecer a

acontecer. E a gente fez acontecer a primeira turma. Agora a segunda turma,

primeira turma. Agora a segunda turma, mesma coisa. Beleza. Primeira turma

mesma coisa. Beleza. Primeira turma

tinha muitos o nosso networking. Agora a

gente meio que uma boa parte do nosso networking já foi, já tem quem indica já, né?

Agora eu tenho que ser nos meus canais próprios, né? Qual o outro canal que eu

próprios, né? Qual o outro canal que eu posso puchar? Indicação. Então isso já é

posso puchar? Indicação. Então isso já é um pilar aqui da nossa estratégia. Que

mais? Vou organizar evento. Então vou

temos ali uns parceiros que a gente vai realizar eventos. Então que mais eu

realizar eventos. Então que mais eu preciso para eu conseguir entregar o meu objetivo e me tirar esse sentimento ruim de que não vai dar certo?

Então você assume uma postura proativa em relação ao problema, né? Então você

para de se lamentar. Eu acho que é muito importante você se cuidar, você se você seu amigo na jornada, porque já o mundo já é duro o suficiente.

Sim.

Eu essa foi uma coisa que eu aprendi ao longo da minha carreira, que você tem que ser o seu amigo na jornada. Você tem

que cuidar de si mesmo, você tem que ter compaixão com você. Você não é perfeito, você vai falhar. Mas quando você falhar, você fala: "Beleza, falhei". Meu irmão,

vamos lá e vamos pra próxima, tá tudo bem, vida que segue. Você não tem que ficar amargando o fracasso.

Falhou, beleza, vida que segue, vamos pro próximo, tá? E e sobre perrengue, eh, quando você me pergunta, me vem à cabeça um momento que eu não era nem empreendedor, mas que eu era consultor

empresarial. Eu tava lá num projeto,

empresarial. Eu tava lá num projeto, assim, eu tive uma carreira de consultoria, ela teve duas etapas, né?

uma primeira muito difícil, depois começou as coisas começaram a dar certo.

Nessa que foi as coisas foram muito difíceis, eu tive ali um eu eu quase fui demitido, né? Então assim, o os meus

demitido, né? Então assim, o os meus gestores sentaram comigo numa mesa similar a essa aqui, viraram e falaram: "Maroja, cara, você é um cara muito legal, a gente gosta de você, ser gente boa para caramba, mas assim, em termos

de trabalho tá faltando aqui. Se você

quiser sair da empresa, a porta tá aberta para você sair." Daí eu falei: "Obrigado pelo convite para me retirar, mas eu recuso. [risadas] Quero saber o que que eu posso fazer aqui para melhorar". E aí eu entrei no que eles

melhorar". E aí eu entrei no que eles chamam de um eh processo de reversão, que é, cara, você tem aqui em um mês para você virar o jogo e e voltar a ser, né?

no nível. Eu falei: "Pô, legal, os caras me deram uma chance, agora vou vou mandar ver". Daí na primeira semana que

mandar ver". Daí na primeira semana que eu tava nesse processo, eu fui para um uma eu tava num projeto e aí eh no ao final de toda semana eu tinha que mandar

um relatório da minha performance e aí no final dessa primeira semana a pessoa que tinha que fazer o meu relatório, ela tinha viajado e ela não fez o meu relatório. Ai.

relatório. Ai.

E aí na segunda-feira o diretor do projeto, né, que ele ele ia lá na segunda-feira, ele tava lá, ele virou para mim e falou: "Maroja, cadê o seu relatório?"

relatório?" Eu falei: "Não, é porque a fulana tava viajando e aí ela não conseguiu fazer o meu relatório. Ele falou: "Tá, primeira

meu relatório. Ele falou: "Tá, primeira coisa, a carreira é de quem?"

Eu olhei assim, eu falei: "É minha". E

ele: "E por que que você tá deixando na mão dela? a responsabilidade sobre a sua

mão dela? a responsabilidade sobre a sua carreira, cara. E aí ele pegou, ele me, ele é um

cara. E aí ele pegou, ele me, ele é um cara bem grande, forte assim, eu era metade do que eu sou hoje. Ele pegou

aqui, que já não é, não é muita coisa, ele me chacoalhou assim, falou: "Maroja, você tem que assumir o controle da sua vida cara.

Caraca, você não pode entregar na mão dos outros." E cara, eu brinco que eu não

outros." E cara, eu brinco que eu não sei se no Chacoalhar alguma pecinha encaixou dentro de mim, mas que eu olhei, eu falei: "Cara, entendi.

É isso.

Eu sou o dono da minha carreira, eu sou o dono do meu destino. Eu tenho que eu que tenho que ser o responsável por fazer as coisas acontecerem. E aí, cara, uma trajetória muito louca, porque, cara, a vida de consultoria trabalhava

muito assim.

E ali depois desse desse episódio, eh, passaram, eu eu não saí no processo de reversão, eu reverti. E seis meses depois eu fui promovido dentro da empresa.

E lá a gente tinha uma um ritual muito legal que era o discurso de promoção e você contar como que foi essa jornada, né? E e eu falava que se eu fosse falar

né? E e eu falava que se eu fosse falar para aquele Maroja que antes, né, desse desse chacoalhão que ele ia tá sendo promovido ali seis meses depois, cara,

ele ele não iria acreditar. Então eu eu quero talvez até finalizar com essa frase, porque a gente muitas vezes duvida do nosso potencial, a gente

subestima o que a gente é capaz de fazer. Se você falasse com Maroja, a

fazer. Se você falasse com Maroja, a aluno de engenharia, que ele criaria uma empresa que se tornou unicórnio e que agora tá empreendendo de novo, ajudando outros empreendedores a tirar os sonhos dele do papel e transformar em realidade, eu falar que você tava

maluco. Meu sonho era ser funcionário

maluco. Meu sonho era ser funcionário público, entendeu? Então, graças a Deus,

público, entendeu? Então, graças a Deus, a minha vida me colocou numa jornada muito legal, mas foi uma assim e acreditar no meu potencial

e ver que eu sou capaz e quebrar os paradigmas que na minha cabeça, né, tavam estavam feitos. Eu descobri que empreendedorismo também é um caminho de carreira.

Sim.

E eu arriscar isso que naquele momento era muito arriscado para mim. Não fazia

parte da não conhecia nenhum empreendedor, né? Eu tenho, eu tenho uma

empreendedor, né? Eu tenho, eu tenho uma história, vou contar mais só mais lá lá.

É seu, o episódio é seu.

Que eu conversei com o fundador da Cabify, que é o Juan de Antônio, e ele ele fez MBA em Stanford e na época que

eu tava na Cabify, eu ainda era funcionário, era funcionário, era executivo da Cabify. E a gente foi num rap hour, ele tava aqui no Brasil, já tinha tomado umas ele também, né? A

gente falou, eu virei para ele, eu falei: "Pô, Juan, como é? Eu eu sonhava em fazer o NBA na época. Falei: "Cara,

como é que é fazer o NBA em Stanford?"

Ele falou: "Pô, cara, é muito legal, né?

Você conhece pessoas legais e tal". Daí

eu virei, falei: "Cara, qual foi o a coisa mais legal, mais interessante que você aprendeu dentro dessa experiência?"

E ele me falou um negócio, ele falou: "Cara, eu conheci um cara que ele era um, ele usou uma palavra que eu não é o cara assim, o cara e eh não muito

talentoso que vendeu a empresa dele por 100 milhões de dólares e ele falou assim: "Cara, se esse cara consegue, eu consigo também". E aí o Juan Antônio,

consigo também". E aí o Juan Antônio, ele criou a Cabify, que é foi o primeiro unicórnio espanhol, né? que chegou em mais de 1 bilhão de dólares de de faturamento. E eu acho que essas e

faturamento. E eu acho que essas e outras experiências elas foram contribuindo para mim a formação de empreendedor, de você acreditar que é possível.

Então, para quem ainda tá na dúvida, cara, começa, dá o primeiro passo, porque quem sabe você não vai também construir o seu próprio unicórnio aí ao longo da sua jornada. Todos os detalhes

e links na descrição, se você tiver pelo Spotify ouvindo a gente aí, um sonhador antigo do Emprenda Cash também aqui na descrição do episódio, todos os caminhos, redes, como é que a galera te

acompanha, como é que você tá no LinkedIn, você tá no Instagram, você tá blogueerando? Como é que tá o negócio?

blogueerando? Como é que tá o negócio?

Vamos lá, eu tô meio blogueerando ainda em processo de me tornar um blogueiro, né, talvez. Eh, meu Instagram é Maroja

né, talvez. Eh, meu Instagram é Maroja Rodrigo. Maroja Rodrigo. @marojarodrigo.

Rodrigo. Maroja Rodrigo. @marojarodrigo.

E o da Maunna, que é a minha empresa, é @mauna.vventures,

@mauna.vventures, tá?

Então, Mauna Ventures. Mauna.vventures.

Ah, no LinkedIn, tá? Como Rodrigo

Maroja, mas hoje a rede que eu uso mais é o Instagram e o site é Mauna.

Venturiesentes.com.br.com.br.

br. Cara, antigamente pra gente conseguir pegar uma entrevista dessa, uma aula que você deu aqui, a gente tinha aqui nos arquivos da Globo, do SBT e etc. Hoje tá na internet, vai ficar

pra eternidade. A Alicinha tá com um ano

pra eternidade. A Alicinha tá com um ano e meio e a Ju deve ter pegado um trechinho desse assunto. Eu costumo

fechar só se deixando um recado para eles e a gente vai pra Câmara Central e tchau. Mas eu queria que você deixasse

tchau. Mas eu queria que você deixasse um recado para essas pessoas, porque a gente acabou de documentar um pedaço da sua história. Acho que muita coisa vai

sua história. Acho que muita coisa vai rolar. Então, olha naquela câmera e eu

rolar. Então, olha naquela câmera e eu fecho na do meio ali.

Você diz para eu deixar pra família.

Isso, isso aí. Pra Alicinha principalmente,

isso aí. Pra Alicinha principalmente, né? E pra Ju que geriu esse esse bem

né? E pra Ju que geriu esse esse bem maior, né? Né? Gerou esse bem maior seu.

maior, né? Né? Gerou esse bem maior seu.

Perdão.

Olha. É que que porrada essa aqui.

É, mas eu acho que pra minha filha eu desejo assim que ela, acho que assim,

eu descobri muito o meu caminho, né? eu

quero muito que ela possa escolher qual que é o caminho dela, que ela possa se inspirar aqui na trajetória, nas coisas que eu fiz e que ela possa escolher também a direção que ela quer percorrer,

assim, sabe? E vou est aqui para apoiar.

assim, sabe? E vou est aqui para apoiar.

Nossa, tô até emocionado.

Eu sabia, mas eu não ia te contar que eu ia fazer isso.

É difícil. E e até acho que assim, acho que quando você coloca alguém no mundo, eu só quero que ela seja feliz do jeito dela, fazendo as

coisas dela e cara, para mim, se ela for feliz do jeito dela, tá tá bom, tá maravilhoso. Um beijão pra Ju lá no

tá maravilhoso. Um beijão pra Ju lá no centro também. Ah, eu preciso te dar o

centro também. Ah, eu preciso te dar o presente aqui. Ela não pode comer

presente aqui. Ela não pode comer docinha ainda, que ela tá muito novinha.

Mas a Ju pode arregaçar aqui os docinhos da Mila Blois. Duas empreendedoras aqui da rua fazem docesal, incríveis desde 2008. Tenho certeza que você vai curtir. Aí, Ju, tá chegando com

doce, tá? Se for, se for extraviado no

doce, tá? Se for, se for extraviado no caminho, a gente já sabe.

Já temos o culpado, cara. Obrigado demais. Prazer, viu?

cara. Obrigado demais. Prazer, viu?

Adorei conversar você com você. Adorei

ter a possibilidade de ganhar essa mentoria, essa aula aqui. Acho que quem assistiu, se veio da rede do Rodrigo ou se você caiu aqui para saber um pouquinho dessa história, fique. Nós

somos um podcast empreendedorismo honesto, de verdade, né? Oitava

temporada contando histórias maravilhosas como esse desse cara e deixando para você cada vez mais próximo de atingir o seu objetivo, de saber que é possível. Esse cara tornou aqui a

é possível. Esse cara tornou aqui a jornada mais leve, mais fácil. a gente

não consegue dizer que vai ser, mas mais leve, com alguns ensinamentos, com alguns aprendizados e acho que uma aula aqui de como é ser desbravador.

Se a gente brincou aí do cara que passa os ganchos no, né, o primeiro cara que sobe a montanha e passa os ganchos para próximos passarem, você foi um desbravador aqui pra gente. Obrigado

demais.

A gente dá um tchau pra galera. Até a

próxima.

Valeu, turma.

Ciao.

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